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Porto Alegre, segunda-feira, 20 de janeiro de 2020.
Dia de São Sebastião (feriado na cidade do Rio de Janeiro).

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

20/01/2020 - 19h21min. Alterada em 20/01 às 19h22min

Juros fecham de lado, com liquidez limitada e espera por inflação

Em dia de liquidez bastante limitada, os juros futuros fecharam perto da estabilidade, à medida que os investidores aguardam os dados de inflação que serão conhecidos ao longo da semana. A alta do dólar ante o real impulsionou marginalmente a curva no trecho mais longo. O mercado observou ainda as projeções de Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2020, que tiveram ajuste de baixa.
Em dia de liquidez bastante limitada, os juros futuros fecharam perto da estabilidade, à medida que os investidores aguardam os dados de inflação que serão conhecidos ao longo da semana. A alta do dólar ante o real impulsionou marginalmente a curva no trecho mais longo. O mercado observou ainda as projeções de Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2020, que tiveram ajuste de baixa.
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2021 terminou a sessão regular e a estendida em 4,420%, mesma taxa do ajuste de sexta-feira (17). O janeiro 2025 foi de 6,380% para 6,390% (regular) e voltou a 6,380% (estendida). E o janeiro 2027 passou de 6,750% para 6,770% (regular) e 6,780% (estendida, na máxima).
O DI para janeiro de 2023 recuou de 5,670% para 5,660% (regular e estendida). O volume total negociado foi de 79.975 contratos, o mais baixo desde 30 de dezembro (76,8 mil).
Além do baixo volume de negócios e da subida do dólar à vista a R$ 4,1887 (+0,58%), a agenda econômica doméstica também foi fraca hoje. Na semana, o destaque é o IPCA-15 de janeiro, na quinta-feira. Amanhã é divulgada a segunda prévia do IGP-M do mês. Os investidores devem acompanhar ainda as falas do ministro da Economia, Paulo Guedes, no Fórum Econômico Mundial, em Davos.
"Sem Nova York, o mercado ficou em stand-by, esperando pelo noticiário", afirmou o economista-chefe da Necton Investimentos, André Perfeito. "De resto, o que tinha potencial de mexer com o mercado era o Focus, mas não trouxe nenhum elemento novo que pudesse alterar as perspectivas."
O relatório Focus, divulgado antes da abertura do mercado, mostrou que a Selic no fim do ano seguiu em 4,50% ao ano.
No grupo dos analistas que mais acertam as projeções (Top 5) de médio prazo no Focus, a mediana da taxa básica em 2020 seguiu em 4,25% ao ano, igual a um mês antes. No caso de 2021, permaneceu em 6,25% ao ano, ante 6,50% de quatro semanas atrás.
Estadão Conteúdo
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