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Porto Alegre, terça-feira, 14 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 14/01 às 08h11min

Bolsas asiáticas fecham sem direção única à espera de acordo comercial EUA-China

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta terça-feira (14), com algumas delas estendendo ganhos com a expectativa de que o acordo comercial a ser assinado por EUA e China beneficie a economia regional e outras realizando lucros, após acumularem ganhos recentes com base nessa visão otimista.
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta terça-feira (14), com algumas delas estendendo ganhos com a expectativa de que o acordo comercial a ser assinado por EUA e China beneficie a economia regional e outras realizando lucros, após acumularem ganhos recentes com base nessa visão otimista.
Voltando de um feriado nacional no Japão, o índice Nikkei subiu 0,73% em Tóquio, a 24.025,17 pontos, impulsionado por ações dos setores de eletrônicos e siderúrgico, enquanto o sul-coreano Kospi avançou 0,43% em Seul, a 2.238,88 pontos, com a ajuda de papéis de bancos e de varejistas, e o Taiex se valorizou 0,55% em Taiwan, a 12.179,81 pontos.
Investidores na Ásia e em outras partes do mundo aguardam a formalização em Washington, nesta quarta-feira (15), do acordo comercial preliminar fechado entre EUA e China. O pacto, cujos detalhes ainda não são conhecidos, prevê a retirada de parte das tarifas que os dois países impuseram a produtos um do outro desde meados de 2018 e que a China amplie compras de bens agrícolas dos EUA.
Antes da assinatura do acordo, os EUA decidiram retirar a China ontem de sua lista de países que "manipulam" moedas. Nesta madrugada, a China divulgou os últimos números de sua balança comercial. Em dezembro, as exportações e importações chinesas tiveram ganhos anuais de 7,6% e 16,3%, respectivamente. Economistas consultados pelo The Wall Street Journal previam altas menores, de 4% das exportações e de 9% das importações.
Em parte como resultado da disputa comercial com os EUA, as exportações da China avançaram apenas 0,5% ao longo de 2019, depois de crescerem quase 10% no ano anterior.
Nos mercados chineses, que vinham numa tendência de valorização alimentada pelo acordo sino-americano, prevaleceu a realização de lucros hoje. Na China continental, o Xangai Composto recuou 0,28%, a 3.106,82 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto caiu 0,23%, a 1.818,13 pontos, enquanto, em Hong Kong, o Hang Seng teve baixa de 0,24%, a 28.885,14 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana não apenas ficou no azul como terminou o pregão em novo patamar recorde. O S&P/ASX 200 subiu 0,85% em Sydney, a 6.962,20 pontos.
Estadão Conteúdo
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