Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 08 de janeiro de 2020.
Dia Nacional do Fotógrafo.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

08/01/2020 - 17h59min. Alterada em 08/01 às 17h59min

Petróleo fecha em forte queda, no menor valor desde meio de dezembro

O contrato do WTI para fevereiro caiu 4,93%, abaixo da marca de US$ 60, a US$ 59,61 o barril

O contrato do WTI para fevereiro caiu 4,93%, abaixo da marca de US$ 60, a US$ 59,61 o barril


AGÊNCIA PETROBRAS/DIVULGAÇÃO/JC
O petróleo fechou em forte queda o pregão desta quarta-feira (8), diante da diminuição de tensões entre os Estados Unidos e o Irã, que geravam preocupação sobre o fornecimento da commodity. Além disso, o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) americano informou alta acima do esperado nos estoques do óleo no país.
O petróleo fechou em forte queda o pregão desta quarta-feira (8), diante da diminuição de tensões entre os Estados Unidos e o Irã, que geravam preocupação sobre o fornecimento da commodity. Além disso, o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) americano informou alta acima do esperado nos estoques do óleo no país.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato do WTI para fevereiro caiu 4,93%, para abaixo da marca de US$ 60, a US$ 59,61 o barril, no menor nível desde 12 de dezembro. O Brent para março, por sua vez, recuou 4,15%, a US$ 65,44 o barril, patamar mais baixo desde 16 de dezembro.
Apesar do ataque iraniano a bases usadas por forças militares americanas no Iraque ontem à noite, as tensões entre os dois países diminuíram com o pronunciamento do presidente dos EUA, Donald Trump, que aplicou sanções ao país persa, mas afirmou que Teerã parece estar "se resignando, o que é uma coisa boa".
Além disso, o fato de que não houve mortos ou feridos no ataque de ontem indica que houve um acordo entre os governos de Washington e Teerã para evitar a escalada de conflitos, avaliaram Gunther Rudzit, professor e coordenador do núcleo de Oriente Médio da ESPM-SP, e Lucas Leite, professor de Relações Internacionais da Faap e especialista em política externa dos EUA, em entrevista ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
Os analistas preveem que, agora, os contratos futuros de petróleo, que apagaram os ganhos da última semana, quando saltaram com a escalada de tensões, devem voltar à faixa anterior ao conflito.
Também hoje, o DoE informou que os estoques de petróleo no país subiram na última semana, ao contrário da previsão de queda, enquanto os de gasolina e destilaram avançaram bem mais do que o esperado.
Estadão Conteúdo
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia