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Alterada em 11/12 às 12h08min

Presidente da Oi anuncia que deixa empresa em janeiro de 2020

Eurico negou que a decisão tenha sido motivada pela operação deflagrada pela PF

Eurico negou que a decisão tenha sido motivada pela operação deflagrada pela PF


MARCO QUINTANA/JC
O diretor-presidente da Oi, Eurico Teles, anunciou que deixará o comando da companhia, em janeiro de 2020. O anúncio foi feito na terça-feira (10), mesmo dia em que a Polícia Federal realizou a Operação Mapa da Mina, de busca e apreensão na sede do grupo. O executivo disse que sua saída já estava planejada e não tinha relação com a operação. "O termo de transição protocolado na Justiça e homologado em julho de 2019, não tem nada a ver com a operação de hoje (terça)", disse o diretor-presidente.
O diretor-presidente da Oi, Eurico Teles, anunciou que deixará o comando da companhia, em janeiro de 2020. O anúncio foi feito na terça-feira (10), mesmo dia em que a Polícia Federal realizou a Operação Mapa da Mina, de busca e apreensão na sede do grupo. O executivo disse que sua saída já estava planejada e não tinha relação com a operação. "O termo de transição protocolado na Justiça e homologado em julho de 2019, não tem nada a ver com a operação de hoje (terça)", disse o diretor-presidente.
A Mapa da Mina faz parte da 69ª fase da Operação Lava Jato. Ela apura irregularidades em contratos de telefonia, internet e TV por assinatura. Cerca de 20 agentes foram convocados para cumprir 47 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e no Distrito Federal. Entre as suspeitas que motivaram a operação está a de que tenha havido favorecimento a Fábio Luis Silva, filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em coletiva de imprensa, ao lado de Rodrigo de Abreu, diretor da Oi e um dos nomes cotados para assumir a companhia, Teles disse que as operações com a empresa Gamecorp, que teriam movimentado R$ 132 milhões, entre 2004 e 2016, e foram alvo da operação, pareceram lícitas à época. "A Oi entrou na Gamecorp há muitos anos. A companhia tinha um conselho diferente e achou que aquilo era um negócio e participou societariamente na empresa Gamecorp. Estamos falando de uma operação de 14 ou 15 anos [atrás]. A operação da participação da Oi, na época Telemar, na Gamecorp, foi uma operação lícita. Eu não sei de nenhuma situação que teve qualquer possibilidade política. Não sei mesmo", disse Teles.
Já Abreu preferiu frisar que não cabia à Oi entrar em detalhes sobre as operações policiais. "Cumpre à companhia colaborar com as investigações. Nós temos que olhar para o futuro, colaborar com qualquer tipo de investigação que diga respeito ao passado, mas não entrar no detalhe dessa investigação", disse Abreu.
Os executivos disseram que a expectativa da Oi é desenvolver o 5G, próxima geração de dados que deve gerar economia e rapidez em relação à geração 4G.
Agência Brasil
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