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Porto Alegre, terça-feira, 03 de dezembro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado financeiro

Alterada em 03/12 às 10h19min

Dólar recua com novas ameaças de protecionismo de Trump

O dólar opera em baixa nesta terça-feira(3), seguindo comportamento de outras divisas emergentes ligadas a commodities, em meio à piora externa com novas ameaças de ampliação do protecionismo pelo presidente americano Donald Trump, que sugeriu também não ter pressa de fechar acordo com a China.
O dólar opera em baixa nesta terça-feira(3), seguindo comportamento de outras divisas emergentes ligadas a commodities, em meio à piora externa com novas ameaças de ampliação do protecionismo pelo presidente americano Donald Trump, que sugeriu também não ter pressa de fechar acordo com a China.
Às 9h30min, o dólar à vista caía 0,32%, a R$ 4,1983, na mínima. O dólar futuro de janeiro de 2020 recuava 0,64%, a R$ 4,2025, na mínima. Mais cedo, o Banco Central realizou o leilão conjugado de venda de dólar à vista com oferta de swap cambial reverso, no qual vendeu de US$ 500 milhões, deixando um complemento de 400 contratos de swap (US$ 20,0 milhões) para ser ofertado amanhã. O BC tem previsão de fazer um leilão de swap tradicional no fim da manhã.
Nessa segunda-feira (2), Trump já havia ameaçado taxar o aço e o alumínio do Brasil e da Argentina, sob alegação de que os dois países fizeram forte desvalorização cambial, que prejudica os agricultores norte-americanos.
O ministro de Finanças da França, Bruno Le Maire, disse nesta terça-feira que haverá uma "forte resposta" da União Europeia (UE) se o governo dos EUA seguir adiante com uma proposta de tarifar em 100% até US$ 2,4 bilhões em produtos franceses, incluindo vinhos, champanhes e queijos. No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro disse que o ministro da Economia, Paulo Guedes, deve telefonar para Trump para tratar do assunto.
Na segunda, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) propôs a punição tarifária por causa de um imposto francês sobre serviços digitais que prejudica gigantes da tecnologia, como as americanas Google, Amazon e Facebook.
Mais cedo, o IBGE divulgou que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro registrou alta de 0,60% no terceiro trimestre de 2019 ante o trimestre imediatamente anterior, ficando dentro do intervalo das estimativas do mercado (de 0,30% a 0,70%), mas acima da mediana, que era de 0,40%. Em valor, o PIB somou R$ 1,842 trilhão no período.
O resultado melhor que a mediana das projeções não muda a precificação para a Selic no Copom de 10 e 11 de dezembro, e as apostas nesta manhã indicam 65% de chance de corte de 0,50 ponto e 35% de possibilidade de redução de 0,25 ponto, segundo cálculos do Haitong Banco de Investimentos.
Na comparação com o terceiro trimestre de 2018, o PIB apresentou alta de 1,2% no terceiro trimestre de 2019, vindo dentro das estimativas coletadas pelo AE Projeções, que variavam de uma alta de 0,70% a 1,50%, com mediana positiva de 1,0%.
Estadão Conteúdo
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