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Porto Alegre, segunda-feira, 02 de dezembro de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

Alterada em 02/12 às 09h07min

IPC-S tem alta de 0,49% em novembro, após queda de 0,09% em outubro, revela FGV

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu 0,49% em novembro após variação de 0,25% na terceira semana do mês e retração de 0,09% em outubro. Com o resultado, o indicador acumula alta de 3,31% no ano e de 3,61% nos 12 meses encerrados em novembro. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (2) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu 0,49% em novembro após variação de 0,25% na terceira semana do mês e retração de 0,09% em outubro. Com o resultado, o indicador acumula alta de 3,31% no ano e de 3,61% nos 12 meses encerrados em novembro. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (2) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
O resultado ficou acima do teto do intervalo das expectativas apuradas, que iam de alta de 0,31% a 0,44%. A mediana indicava avanço de 0,42% para o indicador.
Na margem, seis das oito classes de despesa do índice registraram avanço nas suas taxas de variação. Puxado pela aceleração de carnes bovinas (4,37% para 8,00%), o grupo Alimentação foi o que mais contribuiu para a alta do IPC-S, com taxa de 0,42% ante 0,06% da divulgação anterior.
Também registraram alta nas taxas de variação Habitação (0,23% para 0,50%), com o aumento da tarifa de eletricidade residencial (0,88% para 2,52%); Despesas Diversas (1,98% para 3,14%), puxadas por jogo lotérico (15,26% para 26,16%); Educação, Leitura e Recreação (0,29% para 0,59%), com influência de passagem aérea (5,42% para 12,35%); Transportes (0,23% para 0,33%), com contribuição da alta de gasolina (0,66% para 0,99%); e Comunicação (0,01% para 0,14%), puxada por pacotes de telefonia fixa e internet (0,09% para 0,56%).
Por outro lado, o grupo Vestuário apresentou desaceleração na taxa (0,30% para 0,26%), pela deflação de acessórios do vestuário (0,01% para -0,16%). Já Saúde e Cuidados Pessoais repetiu a taxa registrada na última apuração (0,26%), com influência para cima de produtos farmacêuticos (-0,06% para 0,09%) e pressão para baixo de aparelhos médico-odontológicos (0,15% para -0,40%).
Além de jogo lotérico, tarifa de eletricidade residencial, passagem aérea e gasolina, contribuiu para a alta do índice o avanço do preço da alcatra, que passou de variação de 7,35% na terceira quadrissemana do mês para 11,81% nesta divulgação.
Por outro lado, pressionaram o IPC-S de novembro para baixo a batata-inglesa (-10,51% para -13,80%), tomate (-13,86% para -11,74%), cebola (-19,11% para -16,56%), leite tipo longa vida (-2,41% para -2,40%) e massas preparadas e congeladas (-1,96% para -2,81%).
Estadão Conteúdo
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