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Porto Alegre, segunda-feira, 25 de novembro de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

25/11/2019 - 10h09min. Alterada em 25/11 às 10h09min

Dólar recua com exterior positivo antes de leilão de linha

O dólar oscila com viés de baixa nos primeiros negócios desta segunda-feira (25) após fechar praticamente estável na sexta-feira (22). Os ajustes são moderados e a divisa americana segue rondando o patamar de R$ 4,19, com investidores monitorando o ambiente positivo no exterior em meio a esperanças de investidores sobre um acordo comercial sino-americano ainda neste ano.
O dólar oscila com viés de baixa nos primeiros negócios desta segunda-feira (25) após fechar praticamente estável na sexta-feira (22). Os ajustes são moderados e a divisa americana segue rondando o patamar de R$ 4,19, com investidores monitorando o ambiente positivo no exterior em meio a esperanças de investidores sobre um acordo comercial sino-americano ainda neste ano.
Às 10h05min, o dólar à vista caía 0,04%, a R$ 4,192. O dólar futuro de dezembro recuava 0,19%, a R$ 4,1905. A agenda do dia, no câmbio, traz um leilão de linha com recompra de até US$ 1,5 bilhão para rolagem de vencimento de 3 de dezembro e os dados do setor externo, incluindo o resultado do investimento estrangeiro direto no País.
Na pesquisa Focus divulgada mais cedo, o mercado manteve a previsão para Selic no fim de 2019 em 4,50%, mas ajustou para cima a de 2020, de 4,25% para 4,50%. Também foi revisada para cima a previsão do IPCA 2019, de 3,33% para 3,46%, mas manutenção da previsão para 2020 em 3,60%.
A estimativa para alta do PIB em 2019 subiu de 0,92% 0,99%, enquanto para 2020 subiu de 2,17% para 2,20%. Já a previsão para câmbio para fim de 2019 passou de R$ 4,00 para R$ 4,10, enquanto para 2020 segue em 4,00%.
Também foi divulgado mais cedo que o IPC-S acelerou 0,25% na terceira quadrissemana de novembro, 0,15 ponto porcentual acima da taxa da divulgação anterior (0,10%). A mediana da inflação esperada pelos consumidores para os próximos 12 meses ficou em 4,8% em novembro, 0,1 ponto porcentual, abaixo do resultado obtido em outubro (4,9%), segundo o Indicador de Expectativa de Inflação dos Consumidores, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O dado de novembro repetiu o mínimo histórico, registrado em julho de 2007 (4,8%). Em relação ao mesmo mês do ano anterior, houve queda de 0,8 ponto
Já a confiança do consumidor caiu 0,5 ponto em novembro ante outubro, na série com ajuste sazonal. Com a queda, a segunda seguida, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) alcançou 88,5 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice caiu 0,1 ponto este mês, após três altas consecutivas.
Estadão Conteúdo
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