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Porto Alegre, segunda-feira, 25 de novembro de 2019.
Dia do Doador de Sangue.

Jornal do Comércio

Economia

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Combustíveis

Edição impressa de 25/11/2019. Alterada em 25/11 às 03h00min

Petroleiros começam mobilização a partir de hoje

Paralisação ocorrerá parcialmente para não afetar o abastecimento

Paralisação ocorrerá parcialmente para não afetar o abastecimento


/MARCELO G. RIBEIRO/arquivo/JC
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou que vai manter as mobilizações solidárias nacionais programadas para ocorrer entre hoje e sexta-feira. Elas serão realizadas parcialmente, sem prejuízo do abastecimento dos combustíveis. A nota foi divulgada no sábado (23), após uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) acatar liminar da Petrobras impedindo que a categoria entre em greve nesta segunda-feira.
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou que vai manter as mobilizações solidárias nacionais programadas para ocorrer entre hoje e sexta-feira. Elas serão realizadas parcialmente, sem prejuízo do abastecimento dos combustíveis. A nota foi divulgada no sábado (23), após uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) acatar liminar da Petrobras impedindo que a categoria entre em greve nesta segunda-feira.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Sul (Sindipetro), Fernando Maia, as mobilizações no Estado começariam ainda na noite de domingo. As ações previstas em cidades gaúchas devem ser detalhadas nesta segunda-feira. O presidente do Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes no Estado (Sulpetro), João Carlos Dal'Aqua, afirma que a decisão do TST tranquilizou o setor quanto ao risco de desabastecimentos.
"Os postos de combustíveis não costumam ter estoques para muito mais do que três ou quatro dias, em geral. Quando muito, tem para uma semana. Mas não acreditamos que há riscos de faltar combustível para o consumidor", avalia Dal'Aqua.
O presidente do Sulpetro também avalia que, em um caso mais grave de interrupção de fornecimento no Estado, a própria Petrobras teria condições de trazer o produto de outras regiões. "Mas isso em um caso extremo, que não esperamos que aconteça", diz o empresário.
Segundo a FUP, o objetivo das mobilizações é "alertar a sociedade sobre os riscos da política de demissões em massa e da venda de ativos da Petrobras para o bolso do consumidor, para o meio ambiente e para os trabalhadores do setor (incluindo os terceirizados)".
"A ação será mantida por não ferir a decisão do TST, que acatou pedido de liminar da Petrobras impedindo a greve por ela pôr em risco o abastecimento nacional de combustíveis", diz o comunicado.
A liminar assinada pelo ministro Ives Gandra e divulgada neste sábado fixou em R$ 2 milhões por dia a multa por descumprimento. O ministro alega que o acordo coletivo foi assinado no dia 14 deste mês, há pouco tempo, o que não justificaria a decisão da federação sindical de já convocar uma paralisação.
As mobilizações vão envolver os trabalhadores em ações voluntárias, como, por exemplo, a doação de sangue (dentro da Semana Nacional de Doação de Sangue) e a limpeza de praias que estão sendo atingidas pelo vazamento de óleo, que, agora, chegou ao estado do Rio de Janeiro.
 
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