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Porto Alegre, quinta-feira, 21 de novembro de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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petróleo

Edição impressa de 20/11/2019. Alterada em 20/11 às 03h00min

Petrobras eleva os preços da gasolina e do diesel

Combustíveis estavam há 53 dias sem reajuste, segundo a Abicom

Combustíveis estavam há 53 dias sem reajuste, segundo a Abicom


/JOÃO MATTOS/ARQUIVO/JC
A Petrobras anunciou, nesta terça-feira, alta de 2,77% (ou R$ 0,05) no preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias. Com a mudança, o valor foi para R$ 1,855 o litro. A estatal anunciou, ainda, alta de 1,18% (ou R$ 0,026) no preço médio do litro do diesel nas refinarias. Com a mudança, o valor foi para R$ 2,229 o litro.
A Petrobras anunciou, nesta terça-feira, alta de 2,77% (ou R$ 0,05) no preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias. Com a mudança, o valor foi para R$ 1,855 o litro. A estatal anunciou, ainda, alta de 1,18% (ou R$ 0,026) no preço médio do litro do diesel nas refinarias. Com a mudança, o valor foi para R$ 2,229 o litro.
O ajuste veio após as empresas importadoras acusarem a Petrobras de controlar o mercado e impedir a concorrência. Pelas contas da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), a estatal estava há 53 dias sem reajustar a gasolina e há 18 dias no caso do óleo diesel. Com isso, diz a entidade, a tabela da estatal se mantém desalinhada do mercado externo, o que impossibilitaria outras empresas de adquirir os dois produtos no exterior para atender ao mercado interno.
Em julho de 2019, a Petrobras divulgou mudança na política de reajustes nos combustíveis, que passaram a ser realizados sem periodicidade definida. A estatal também começou a publicar em seu site os preços de venda da gasolina e do diesel divididos em mais de 30 pontos espalhados pelo País. A mudança segue na direção do esforço da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) de oferecer mais transparência aos preços dos combustíveis por região.
Segundo a Petrobras, o combustível entregue às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, além de uma margem que cobre os riscos (como volatilidade do câmbio e dos preços).
 
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