Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 18 de novembro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Tecnologia

Edição impressa de 18/11/2019. Alterada em 18/11 às 12h42min

Beetools aposta em ensino de inglês por assinatura

Aulas buscam médodos de ensino diferentes dos tradicionais

Aulas buscam médodos de ensino diferentes dos tradicionais


/Beetools/Divulgação/JC
Patricia Knebel
Realidade Virtual (VR), Gamificação, Big Data e Inteligência Artificial (AI) associadas ao ensino adaptativo, sala de aula invertida e acompanhamento de um professor presencial são as apostas da Beetools para ensinar inglês de uma forma diferente da convencional.
Realidade Virtual (VR), Gamificação, Big Data e Inteligência Artificial (AI) associadas ao ensino adaptativo, sala de aula invertida e acompanhamento de um professor presencial são as apostas da Beetools para ensinar inglês de uma forma diferente da convencional.
Nesta terça-feira, será inaugurada, em Novo Hamburgo, na rua Lima e Silva, 60, a primeira franquia da escola na região, liderada pelos empreendedores Rafael Henrique da Silva e Daniela Paula Gräwer. Há planos para crianças e adolescentes a partir dos nove anos de idade e adultos de todas as faixas etárias.
"Já havíamos cursado aulas de inglês em escolas tradicionais e não nos adaptamos aos métodos do século passado. Encontramos na Beetools um modelo inovador de aprender inglês, híbrido - com ensino a distância e presencial - e sem turmas, pois as aulas são customizadas para cada aluno", explica Silva.
O aluno pode escolher pelo plano Bee, com aulas duas vezes por semana (R$ 249,00), e o Orange, em que ele paga um valor mensal e faz quantas aulas quiser (R$ 350,00). Todo o material didático utilizado é digital. São oito módulos e o tempo de duração do curso é ditado pelo ritmo de cada pessoa.
O passo um é baixar o aplicativo, depois acontece o nivelamento (presencial) e a compra do pacote pelo aplicativo. Feito isso, começa a interação com o programa por meio de um conteúdo gamificado. "Na medida em que ele vai avançando, o professor remotamente libera novas fases de aprendizado", explica o gestor. 
Por meio da AI e Big Data, os professores da Beetools conseguem acompanhar o desenvolvimento de cada aluno dentro e fora da sala de aula - quando ele pratica o inglês em casa, com o aplicativo da startup. A tecnologia oferece um feedback da pronúncia e envia os dados coletados para o professor avaliar. Os dados são analisados tanto individualmente como em conjunto com os de outros alunos.
Os momentos virtuais são intercalados também com os encontros presenciais com o professor. São cerca de 15 a 20 minutos para tirar dúvidas. As aulas envolvem ainda experiências de Realidade Virtual, quando o cliente vivencia a prática do que está aprendendo, como ao ser levado virtualmente ao ambiente de um aeroporto ou de um táxi em uma cidade no exterior. "A ideia é que a pessoa vá assimilando os conteúdos, aprendendo inglês e avançando. Prezamos a conquista do aluno, então, a cada fase, ele recebe prêmios", conta.
Essa é a segunda franquia da Beetools no Rio Grande do Sul. A EdTech, startup com foco em educação, nasceu em 2018 com o propósito de revolucionar o ensino de idiomas através do uso da tecnologia. Em um ano de existência, já participou de diversas premiações internacionais, sendo reconhecida como uma das 50 startups mundiais escolhidas para participar do Global Startup Program 2019, programa de aceleração da Singularity University.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia