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Porto Alegre, terça-feira, 12 de novembro de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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Seguro

Edição impressa de 12/11/2019. Alterada em 12/11 às 03h00min

Bolsonaro extingue o DPVAT com a justificativa de fraudes e custos operacionais

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) decidiu extinguir, por meio de uma medida provisória, o seguro obrigatório de veículos, o DPVAT. 

Em dez anos, o seguro foi responsável pela indenização de 485 mil mortes no trânsito em todo o País. O seguro também confere indenizações a feridos e a pessoas que tenham sofrido sequelas permanentes.

Bolsonaro também extinguiu o DPEM, seguro voltado a danos pessoais causados por embarcações.

O presidente justificou o fim do seguro, mediante os altos índices de fraudes e os elevados custos operacionais do seguro. O custo total do seguro ao governo federal é de R$ 8,9 bilhões. O governo estima que seriam necessários R$ 4,2 milhões para cobrir os valores pagos às vítimas. Outros R$ 4,7 bilhões seriam referentes à administração e fiscalização do recurso.

O governo diz que o valor economizado será repassado ao SUS e ao Denatran.

Segundo o governo federal, as vítimas e acidentados no trânsito brasileiro (só de mortes são mais de 36 mil por ano) continuarão assistidos pelo SUS, pelo INSS e pelo BPC (Benefício de Prestação Continuada).

Os acidentes permanecerão cobertos até o fim deste ano. A gestora do seguro, a Seguradora Líder, continuará responsável pelos segurados até o fim de2025, mas atendendo apenas os sinistros ocorridos até 2019.

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