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Porto Alegre, terça-feira, 12 de novembro de 2019.
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Tecnologia

Edição impressa de 12/11/2019. Alterada em 11/11 às 21h59min

IBM quer trabalhar com operadoras para turbinar 5G

Moraes afirma que próxima geração abre oportunidades às empresas

Moraes afirma que próxima geração abre oportunidades às empresas


/IBM/DIVULGAÇÃO/JC
Patricia Knebel
Na medida em que o 5G começa a se tornar mais real, com os primeiros projetos-piloto acontecendo no Brasil e a oferta comercial já iniciando nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia, os players de tecnologia começam a se mexer para também pegar uma fatia desse mercado. E olha que ele não é pequeno. Estudo da Qualcomm organizado pela IHS Markit 5G aponta que a próxima geração de internet móvel gerará US$ 13,2 trilhões em habilitação de vendas até 2035.
Na medida em que o 5G começa a se tornar mais real, com os primeiros projetos-piloto acontecendo no Brasil e a oferta comercial já iniciando nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia, os players de tecnologia começam a se mexer para também pegar uma fatia desse mercado. E olha que ele não é pequeno. Estudo da Qualcomm organizado pela IHS Markit 5G aponta que a próxima geração de internet móvel gerará US$ 13,2 trilhões em habilitação de vendas até 2035.
"O 5G abre uma série de possibilidades para todas as organizações, inclusive as empresas de TI, que têm bastante experiência em áreas como educação, transporte e saúde, e poderão colaborar na oferta de soluções mais completas", afirma o executivo de TI da IBM, Thiago Moraes. 
Mesmo com as operadoras de telefonia ainda focadas na preparação da infraestrutura, essas discussões de alinhamento com os players de TI já estão acontecendo. A ideia é construir uma forma de trabalho colaborativa, com soluções que atendam os clientes e a sociedade: as operadoras oferecendo conectividade e os players de tecnologia expertise na criação de soluções para a indústria. Na área de educação, por exemplo, isso poderá possibilitar a criação de soluções que usem a tecnologia 5G para soluções de Ensino a Distância (EaD) em locais em que, hoje, não existe cobertura suficiente, e com conteúdos em alta definição. Ou aplicações de telemedicina que se beneficiarão das altas velocidades e baixa latência (tempo de resposta). "As operadoras podem até não ter experiência na ofertas de produtos específicos para a área de saúde, por exemplo, mas colaborando com quem tem poderão levar soluções disruptivas ao mercado", acrescenta Moraes.
O executivo comenta que a IBM oferece tecnologias que podem aportar nesse ecossistema capacidades como do uso de Inteligência Artificial, Internet das Coisas e ferramentas de analytics. "Com a velocidade do 5G e a baixa latência, podemos tirar muito proveito das capacidades analíticas que estão na cloud para criar novas experiências aos clientes", relata Moraes.
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