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Porto Alegre, sexta-feira, 08 de novembro de 2019.
Dia Mundial do Urbanismo.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

Edição impressa de 08/11/2019. Alterada em 08/11 às 03h00min

Inflação de outubro fica em 0,10%

A queda no preço da energia na maior parte do Brasil contribuiu para que a inflação de outubro fosse a menor em 21 anos, informou nesta quinta-feira (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou uma leve alta de 0,10% em outubro. Em setembro, o IPCA tinha apresentado deflação de 0,04%.
A queda no preço da energia na maior parte do Brasil contribuiu para que a inflação de outubro fosse a menor em 21 anos, informou nesta quinta-feira (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou uma leve alta de 0,10% em outubro. Em setembro, o IPCA tinha apresentado deflação de 0,04%.
A variação do IPCA de outubro é o menor resultado para o mês desde 1998, quando o índice ficou em 0,02%. No ano passado, a taxa foi de 0,45%.
No acumulado do ano, o índice registra alta de 2,60% e, nos últimos doze meses, está em 2,54%, frente os 2,89% até setembro. Com isso, a inflação vai abaixo do piso da meta oficial para 2019, de 4,25% pelo IPCA com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. De acordo com o IBGE, é o menor resultado nessa base de comparação em dois anos, repetindo a taxa de 2,54% vista em setembro de 2017.
Energia elétrica apresentou queda de 3,22%, influenciada pela mudança de bandeira. Em agosto e setembro, a bandeira vermelha de patamar 1 subiu acarretando cobrança adicional de R$ 4,00 a cada 100kw/hora.
Já em outubro, a bandeira amarela gerou a cobrança de R$ 1,50. Segundo o IBGE, a queda no preço da energia foi o principal item que ajudou a frear a inflação em outubro.
Os principais destaques são a alta na gasolina (1,28%), etanol (1,90%), carnes (1,77%), plano de saúde (0,59%) e higiene pessoal (0,94%). O índice da construção civil sofreu variação de 0,19%.
Com o aumento progressivo do preço do ouro nos últimos meses, jóias e bijouterias registraram uma alta de 2,23 no mês de outubro, gerando um acumulado de 5,74 nos últimos 12 meses. A mudança de coleções de moda influenciou o preço de itens do vestuário feminino. Em outubro, foi registrada uma alta de 0,98.
No setor de transportes, destacou-se a alta de 1,93% no preço das passagens aéreas, após dois meses com variações negativas (-15,66% em agosto e -1,54% em setembro).
Segundo o gerente do Sistema Nacional de Índices de Preços, Pedro Kislanov da Costa, mudança das bandeiras de energia, que estarão vermelhas em novembro, também indica um aumento no valor da conta de luz que deve influenciar a inflação deste mês. O aumento no óleo diesel de 3% também irá impactar os indicadores de novembro, afirma Costa.

Porto Alegre registra leve deflação de 0,01%

Ao contrário do índice nacional, Porto alegre apresentou deflação de 0,01% em outubro, após queda de 0,04% nos preços em setembro, de acordo com o IPCA calculado pelo IBGE. No acumulado de 2019, a capital gaúcha registra uma inflação de 2,42%. Já em 12 meses, o IPCA apresenta elevação de 2,25% em Porto Alegre.

Entre os destaques da capital gaúcha está a queda de 0,26% nos preços do segmento de alimentação e bebidas. Nos combustíveis, houve alta de 1,33% na gasolina e de 0,96% no diesel. Já o etanol teve queda de 0,06% na capital gaúcha durante o mês passado.

Com relação aos índices regionais, Campo Grande (MS) registrou a maior variação, com 0,31%, influenciado principalmente pela alta no preço das carnes, de 4,47%, e gasolina, 2,29%. Em contrapartida, São Luís registrou deflação de 0,37%, especialmente pela queda de energia elétrica, que na região ficou em 4,43%. A cebola também influenciou, com 25,65% negativos.

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