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Porto Alegre, segunda-feira, 04 de novembro de 2019.
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Economia

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negócios corporativos

Edição impressa de 04/11/2019. Alterada em 04/11 às 03h00min

Empresas gaúchas têm buscado investir em fusões e aquisições

Marchet é CEO da Bateleur

Marchet é CEO da Bateleur


/MARCO QUINTANA/JC
Eduardo Lesina

O crescimento de uma empresa ou organização está ligado ao setor que ela pertence e à estratégia escolhida para evoluir. Avaliar cenários econômicos e compreender a lógica interna das empresas se torna fundamental para planejar um crescimento orgânico e estruturado. Segundo o fundador e CEO da Bateleur Assessoria, Fernando Marchet, as empresas gaúchas têm buscado realizar esse processo para alavancar não só o seu faturamento, mas também o seu valor. Em 2018, as transações realizadas pela Bateleur, que atua no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, somaram R$ 2,3 bilhões.

Reconhecida pelas suas operações de fusões e aquisições em empresas, a Bateleur atua como um quadro executivo externo, analisando formatos e preparando estratégias para o processo de crescimento. "Buscamos entender a companhia e em qual setor ela está. A partir disso, estudamos as probabilidades de crescimento e a dinâmica do setor", conta Marchet. Após a fase de diagnóstico, a segunda etapa é o dimensionamento das possibilidades de crescer organicamente e, após isso, o planejamento com possíveis sócios, fusões e aquisições.

"No Rio Grande do Sul temos muitas empresas de porte médio em termos de faturamento quando comparamos com nível nacional ou internacional", analisa Marchet. Essa peculiaridade gaúcha é um ponto frequentemente analisado quando se pensa em crescimento. Para Marchet, o desafio atual das empresas gaúchas está na mudança de pensamento em crescer visando o faturamento e não para o valor agregado à empresa: "fazer o que gera valor ao seu negócio é o que vai garantir a existência dele no futuro", completa.

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