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- Publicada em 03h09min, 01/10/2019. Atualizada em 03h00min, 01/10/2019.

Diretora da Petrobras está entre as 50 mulheres mais poderosas do mundo

Andrea Almeida assumiu cargo na estatal em março deste ano

Andrea Almeida assumiu cargo na estatal em março deste ano


/FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL/JC
A brasileira Andrea Almeida, diretora executiva de Finanças e Relacionamento com Investidores da Petrobras, é a única brasileira na lista da revista "Fortune" que elege as 50 mulheres mais poderosas do mundo. Na posição 49, a executiva assumiu o cargo da estatal em março de 2019 com a missão de organizar as finanças da companhia e propor a criação de uma nova política de distribuição de dividendos. 
A brasileira Andrea Almeida, diretora executiva de Finanças e Relacionamento com Investidores da Petrobras, é a única brasileira na lista da revista "Fortune" que elege as 50 mulheres mais poderosas do mundo. Na posição 49, a executiva assumiu o cargo da estatal em março de 2019 com a missão de organizar as finanças da companhia e propor a criação de uma nova política de distribuição de dividendos. 
A lista da "Fortune" elegeu a espanhola Ana Botín, presidente executiva do banco Santander, como a mulher mais poderosa do mundo. Na segunda colocação está Emma Walmsley, CEO da GlaxoSmithKline, do Reino Unido, seguida da chinesa Dong Mingzhu, da Gree Electric Appliances.
A quarta colocação também traz a chinesa Jessica Tan, da Ping An Group, que atua no setor financeiro. Na quinta posição está Isabelle Kocher, CEO da francesa Engie, de energia.
Antes de ingressar na Petrobras, Andrea trabalhou por 25 anos na Vale, por onde atuou nas áreas de Finanças Corporativas, Tesouraria Global e Gerenciamento de Risco. Formada em engenheira de produção, com MBA em Finanças pelo IBMEC-RJ e MBA em gestão pela USP, além de cursos de gestão na Wharton School of Finance e na Sloan School of Management (MIT), ela ocupou entre 2015 e 2018 o cargo de diretora Financeira da Vale Canada em Toronto e Gerente Executiva de Tesouraria Global da Vale.
A Petrobras, segundo a "Fortune", ocupa a 74ª posição na lista Fortune Global 500, que reúne as maiores companhias do mundo. Uma das iniciativas de Andrea na frente da área financeira da estatal foi mudar a política de pagamento de dividendos, que estará atrelada ao nível de endividamento da companhia e seu fluxo de caixa. A principal alteração trazida pela nova política é a definição de que, em caso de endividamento bruto inferior a US$ 60 bilhões, a companhia poderá distribuir aos seus acionistas 60% da diferença entre o fluxo de caixa operacional e os investimentos.
 
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