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Economia

- Publicada em 27 de Setembro de 2019 às 12:51

Petiskeira encerra atividades no Centro de Porto Alegre após 10 anos

Unidade na rua Siqueira Campos era a única loja de rua da rede gaúcha de restaurantes

Unidade na rua Siqueira Campos era a única loja de rua da rede gaúcha de restaurantes


JONATHAN HECKLER/ARQUIVO/JC
Bruna Oliveira
Após quase uma década de atividades, a Petiskeira encerra nesta sexta-feira (27) a operação na rua Siqueira Campos, no Centro Histórico de Porto Alegre. A unidade era a única loja de rua da rede gaúcha de restaurantes, que segue operando em outros nove pontos de shoppings da Capital e de Canoas, na Região Metropolitana. A rede também mantém uma unidade express no bairro Petrópolis, que atende à demandas de tele-entrega. 
Após quase uma década de atividades, a Petiskeira encerra nesta sexta-feira (27) a operação na rua Siqueira Campos, no Centro Histórico de Porto Alegre. A unidade era a única loja de rua da rede gaúcha de restaurantes, que segue operando em outros nove pontos de shoppings da Capital e de Canoas, na Região Metropolitana. A rede também mantém uma unidade express no bairro Petrópolis, que atende à demandas de tele-entrega. 
O diretor da Petiskeira, Ângelo Meneghetti, atribui o fechamento à deterioração do Centro Histórico, assim como o parcelamento de salários do funcionalismo público. "Sentimos um declínio forte de dois ou três anos para cá porque as pessoas não têm dinheiro sobrando para consumir", afirmou Meneghetti, lembrando que grande parte dos frequentadores da região são trabalhadores do setor administrativo, bancos e comércio.
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No início da operação, cerca de 500 pessoas por dia frequentavam a Pestikeira, número que baixou para 300 nos últimos anos. "O Centro é um vazio à noite e no fim de semana. A região não se revitalizou e não surgiram novas opções de entretenimento para que as pessoas passassem a circular na área", disse o diretor. 
A marca informou o fechamento aos clientes em um comunicado postado nas redes sociais. Entre os comentários, muitos pediam pela abertura de lojas no interior do Estado. Os novos negócios, por enquanto, ainda ficam em segundo plano, "até que a economia volte a recuperar fôlego", disse Meneghetti.
Dos 50 funcionários que trabalhavam na loja, 40 serão realocados para outras unidades. Segundo o diretor, os trabalhadores que serão desligados optaram por não continuar na atividade. 
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