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Porto Alegre, sexta-feira, 20 de setembro de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

20/09/2019 - 08h57min. Alterada em 20/09 às 14h12min

Bolsas asiáticas sobem, com foco de volta para disputa comercial EUA-China

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira (20), com o foco dos investidores voltando para a questão da disputa comercial entre Estados Unidos e China após a série de decisões de política monetária dos bancos centrais americano, japonês e inglês ao longo da semana.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira (20), com o foco dos investidores voltando para a questão da disputa comercial entre Estados Unidos e China após a série de decisões de política monetária dos bancos centrais americano, japonês e inglês ao longo da semana.
Uma delegação chinesa está em Washington desde quarta-feira (18) para preparar a retomada de negociações entre autoridades de alto escalão das duas maiores potências econômicas globais, em outubro.
As expectativas de progresso nas discussões entre EUA e China, porém, permanecem contidas, uma vez que ambos os lados indicam haver pouco campo de manobra para as principais questões relacionadas às políticas industrial e de tecnologia de Pequim.
Em entrevista publicada ontem pelo jornal South China Morning Post, o conselheiro do governo americano para assuntos relacionados à China, Michael Pillsbury, disse que o presidente dos EUA, Donald Trump, está pronto para subir o tom da guerra comercial bilateral, podendo elevar as tarifas sobre bens chineses para 50% ou 100%, caso os dois países não cheguem a um acordo em breve. Segundo Pillsbury, Washington impôs, por enquanto, apenas "baixas tarifas" a Pequim.
Na China continental, o índice Xangai Composto teve modesta alta de 0,24% hoje, a 3.006,45 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto subiu 0,16%, a 1.675,35 pontos.
O Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês) publicou nesta sexta suas novas taxas de referência de empréstimos (LPR). A de um ano foi reduzida de 4,25% para 4,2%, enquanto a LPR de cinco anos ficou inalterada em 4,85%. A LPR, que foi instituída pelo PBoC em agosto como parte de uma reforma no seu sistema de juros, tem o objetivo de reduzir os custos de empréstimos e impulsionar a economia chinesa, que vem dando sinais de desaceleração.
A semana também foi marcada por anúncios de política monetária nos EUA, no Japão e no Reino Unido.
Na quarta-feira, o Federal Reserve (Fed, o BC americano) cortou juros em 0,25 ponto porcentual, como se previa, mas não deu indicações claras de que haverá mais reduções este ano. Ontem, o Banco do Japão (BoJ) manteve sua política inalterada, mas sugeriu que considerará medidas de estímulo adicionais na reunião do próximo mês. Já o Banco da Inglaterra (BoE) também não fez alterações em sua política ontem, diante das incertezas do chamado "Brexit", como é conhecido o processo para que o Reino Unido se retire da União Europeia.
Em outras partes da Ásia, o japonês Nikkei avançou 0,16% hoje em Tóquio, a 22.079,09 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi subiu 0,54% em Seul, a 2.091,52 pontos, em seu 11º pregão consecutivo de ganhos, e o Taiex se valorizou 0,32% em Taiwan, a 10.929,69 pontos. Exceção na região, o Hang Seng caiu 0,13% em Hong Kong, a 26.435,67 pontos, pressionado por papéis ligados aos setores de vestuário e de eletrônicos.
Na Oceania, a bolsa australiana foi ajudada por ações de bancos e de mineradoras, que levaram o S&P/ASX a subir 0,20% em Sydney, a 6.730,80 pontos. 
Estadão Conteúdo
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