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Porto Alegre, sexta-feira, 13 de setembro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

13/09/2019 - 15h55min. Alterada em 13/09 às 16h44min

Bolsas da Europa fecham em alta com estímulos do Banco Central Europeu e relações EUA-China em foco

O BCE cortou a taxa de depósito e anunciou a retomada do programa de relaxamento quantitativo

O BCE cortou a taxa de depósito e anunciou a retomada do programa de relaxamento quantitativo


ARIS MESSINIS/AFP/JC
Estadão Conteúdo
Os mercados acionários europeus encerraram o pregão desta sexta-feira (13) em alta, com investidores de olho nos estímulos monetários anunciados na quinta-feira (12) pelo Banco Central Europeu (BCE) e nas relações comerciais entre Estados Unidos e China. Na quinta, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que poderia considerar um acordo em etapas com o país asiático, apesar de preferir um pacto amplo. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou o dia em alta de 0,36%, aos 392,00 pontos, e avançou 1,21% nesta semana.
Os mercados acionários europeus encerraram o pregão desta sexta-feira (13) em alta, com investidores de olho nos estímulos monetários anunciados na quinta-feira (12) pelo Banco Central Europeu (BCE) e nas relações comerciais entre Estados Unidos e China. Na quinta, o presidente americano, Donald Trump, afirmou que poderia considerar um acordo em etapas com o país asiático, apesar de preferir um pacto amplo. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou o dia em alta de 0,36%, aos 392,00 pontos, e avançou 1,21% nesta semana.
As bolsas europeias ainda reagem em alta ao pacote de estímulos monetários divulgado quinta-feira pelo BCE. A instituição cortou a taxa de depósito e anunciou a retomada do programa de relaxamento quantitativo (QE, na sigla em inglês), por meio do qual comprará 20 bilhões de euros em ativos, mensalmente, a partir de novembro. Após o pacote, o economista do ING Carsten Brzeski disse estar "preocupado que a estagnação econômica seja duradoura e perigosa". Em coletiva de imprensa, o presidente do BCE, Mario Draghi, sinalizou que a política fiscal deve assumir o comando no apoio à economia da zona do euro.
Na Alemanha, o índice DAX, da bolsa de Frankfurt, fechou em alta de 0,47%, aos 12.468,53 pontos, com alta de 1,89% da Daimler. Na semana, o DAX se fortaleceu 2,27%.
Seguem no radar dos investidores, ainda, as relações entre EUA e China. Trump afirmou que poderia considerar um acordo em etapas com o país asiático, o que já vinha sendo vinculado ao longo do dia de quinta pela imprensa americana, mas disse preferir um "acordo integral". O líder da Casa Branca ainda declarou que os EUA estão se saindo bem nas negociações com a China, garantindo certo clima de otimismo.
Na bolsa de Milão, o índice FTSE MIB subiu 0,44%, para 22.181,41 pontos, com alta de 1,07% na semana. As ações da Telecom Itália subiram 1,36%.
Em Paris, o índice CAC 40 avançou 0,22%, para 5.655,46 pontos. Na comparação semanal, houve fortalecimento de 0,92%.
Em Londres, o destaque fica para a notícia de que o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, vai se reunir com o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, na segunda-feira (16), em Luxemburgo, para mais conversas sobre o Brexit. Por lá, o índice FTSE 100 fechou o dia em alta de 0,31%, para 7.367,46 pontos, e a semana em ganhos de 1,17%.
O índice Ibex 35, da bolsa de Madri, subiu 0,61%, para 9.137,90 pontos, enquanto o PSI 20, da bolsa de Lisboa, avançou 0,64%, para 5.048,89 pontos.
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