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Agronegócios

- Publicada em 03h14min, 13/09/2019. Atualizada em 03h00min, 13/09/2019.

Embarques de milho somam US$ 1,34 bilhão

Com uma safra recorde de cerca de 100 milhões de toneladas de milho, as exportações do cereal foram recorde em agosto deste ano e atingiram US$ 1,34 bilhão no período ( 169,2%) e também em quantidade embarcada com 7,6 milhões de toneladas ( 170,5%). O recorde anterior para os meses de agosto ocorreu em 2017, quando o País exportou 5,3 milhões de toneladas.
Com uma safra recorde de cerca de 100 milhões de toneladas de milho, as exportações do cereal foram recorde em agosto deste ano e atingiram US$ 1,34 bilhão no período ( 169,2%) e também em quantidade embarcada com 7,6 milhões de toneladas ( 170,5%). O recorde anterior para os meses de agosto ocorreu em 2017, quando o País exportou 5,3 milhões de toneladas.
Os cinco principais países importadores de milho brasileiro, no mês, foram Egito (894,3 mil toneladas), Irã (885 mil toneladas), Japão (831,7 mil toneladas), Espanha (798,1 mil toneladas) e Vietnã (633,6 mil toneladas). O algodão foi outro produto com destaque nas exportações com incremento nas vendas de 51%, com US$ 66 milhões e embarques de 41 milhões de toneladas (71%).
Outro setor com ganho real foi o café (verde e solúvel) que registrou aumentou de 6,9% ou US$ 404 milhões e 187 mil toneladas vendidas no exterior ( 30%). No complexo sucroalcooleiro, o etanol teve desempenho favorável passando de US$ 117,35 milhões, em agosto de 2018, para US$ 161,75 milhões em agosto deste ano ( 37,8%).
O complexo soja é o principal setor exportador do agronegócio brasileiro. No entanto, o desempenho nesse mês caiu 38,7% em comparação ao registrado no mesmo mês do ano passado. A queda, segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), ocorreu principalmente por causa da diminuição das exportações do grão para China, em razão da febre suína africana que atinge o rebanho país asiático e, com isso, reduziu a demanda de soja. Outro motivo foi a baixa do preço da commodity no mercado internacional (-10,1%).
No mês passado, a China reduziu as compras de soja brasileira para 4,1 milhões de toneladas, menos 2,8 milhões de toneladas em relação às 6,9 milhões de toneladas exportadas em agosto de 2018. "Deve-se ressaltar que a queda nas exportações de soja em grão à China foi idêntica à queda para o mundo", diz nota da secretaria.
As exportações do agronegócio foram de US$ 8,27 bilhões, em agosto deste ano, uma redução de 11% em comparação ao mesmo mês do ano passado. De acordo com a SCRI, essa queda foi resultado, principalmente, do recuo dos preços médios de exportação dos produtos do agronegócio brasileiro (-7,2%) e da queda da quantidade embarcada (-4,1%).
Mesmo com as reduções, a participação dos produtos do agronegócio aumentou no total das exportações brasileiras, chegando a 44,1%. "Tal efeito ocorreu em virtude da queda mais pronunciada nas exportações dos demais produtos que não são do agronegócio. Esses produtos tiveram redução de 14,5%, portanto, uma queda superior aos 11% das exportações do agronegócio brasileiro", diz a nota.
 

Abate de bovinos e suínos cresce no segundo trimestre, diz IBGE

Mais de 8 milhões de cabeças bovinas foram abatidas no período
Mais de 8 milhões de cabeças bovinas foram abatidas no período
/MARCO QUINTANA/JC

O abate de bovinos e suínos cresceu no segundo trimestre deste ano no País, tanto na comparação com o primeiro trimestre quanto em relação ao segundo trimestre de 2018. Os dados do setor pecuário foram divulgados nesta quinta-feira pelo IBGE.

O total de bois, vacas e novilhos abatidos no segundo trimestre deste ano chegou a 8,04 milhões de animais, 1,4% a mais do que no trimestre anterior e 3,5% superior ao segundo trimestre do ano passado. No segundo trimestre deste ano, foram abatidos 11,39 milhões de porcos, ou seja, 0,9% a mais do que no trimestre anterior e 5,2% a mais do que no segundo trimestre de 2018. Já o total de frangos abatidos (1,42 bilhão de animais) também cresceu em relação ao ano anterior (3,4%), mas caiu em relação ao primeiro trimestre deste ano (-0,9%). A aquisição de leite somou 5,85 bilhões de litros no segundo trimestre de 2019, uma alta de 6,9% em relação ao mesmo período do ano passado e uma queda de 5,8% na comparação com o primeiro trimestre deste ano. A produção de ovos (942,45 mil dúzias) foi superior em 7,2% ao volume do mesmo período do ano passado e em 1,9% na comparação com o primeiro trimestre deste ano.

Afagro passará a ter representante na Unafa

Representantes da Associação dos Fiscais Agropecuários do Rio Grande do Sul (Afagro) estão, esta semana, em Brasília, para a eleição, assembleia e posse da nova diretoria e conselho fiscal da União Nacional dos Servidores da Defesa Agropecuária (Unafa). Para o biênio 2019-2021, foram eleitos Marcelo Corte Real, de Goiás, para presidente, e Francisco Saraiva Junior, do Maranhão, para vice-presidente.

A posse ocorreu nesta quinta-feira, na Câmara Federal, em Brasília. Na ocasião, estavam presentes o presidente da Afagro, Antonio Augusto Medeiros, e a diretora Ângela Antunes. O tesoureiro da Afagro, André Corrêa, é o representante da entidade na Unafa. O fiscal estadual agropecuário foi eleito conselheiro fiscal para o biênio.

A Unafa reúne servidores da fiscalização agropecuária do Brasil inteiro. "Nesse momento, é de extrema importância a atuação desta associação para que a gente possa valorizar cada vez mais a atividade e os servidores que atuam na fiscalização agropecuária, um trabalho que é de extrema importância para a economia do país, já que garante a qualidade e certifica os produtos do setor agropecuário, promovendo o desenvolvimento nas diversas regiões do país", avalia Medeiros.

O dirigente recorda que a Afagro é uma das entidades fundadoras da Unafa, que surgiu para discutir e avançar nas demandas e necessidades da fiscalização agropecuária no país. "É com muita honra que a partir de agora fazemos parte da diretoria", comenta.

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