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Porto Alegre, quarta-feira, 28 de agosto de 2019.
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Energia

28/08/2019 - 17h27min. Alterada em 28/08 às 18h12min

Governo prepara leilão para substituir termelétricas a óleo por mais geração de energia mais barata

Ministério de Minas e Energia vai lançar consulta pública para tratar dos detalhes do leilão

Ministério de Minas e Energia vai lançar consulta pública para tratar dos detalhes do leilão


CGTEE/DIVULGAÇÃO/JC
Agência Globo
O governo federal pretende realizar um leilão extraordinário de energia com o objetivo de conseguir projetos que tenham um custo menor de geração e que isso consiga se refletir nos custos das tarifas para os consumidores.
O governo federal pretende realizar um leilão extraordinário de energia com o objetivo de conseguir projetos que tenham um custo menor de geração e que isso consiga se refletir nos custos das tarifas para os consumidores.
O objetivo do leilão é conseguir substituir pelo menos cerca de 3 mil megawatts (MW) de geração em termelétricas a óleo, que tem custo elevado, cujos contratos vencem entre 2023 e 2025, por uma geração de menor custo, como por projetos de térmicas de gás natural.
A informação foi dada nesta quarta-feira pelo diretor-geral da Agência Nacional de Energia elétrica (Aneel), André Pepitone, ao ressaltar que o governo ficou preocupado com o elevado custo das tarifas nos últimos anos. Uma das ações será justamente conseguir novos projetos de geração a um menor custo, para substituir termelétricas a óleo que são muito caras.
Segundo Pepitone, o governo está empreendendo uma agenda de desoneração tarifária por estar preocupado com os altos custos das tarifas de energia. Segundo o executivo, de 2001 a 2018, as tarifas estão subindo a patamares superiores aos indicadores inflacionários tanto do IGPM como do IPCA. E segundo o executivo, foi a primeira vez que isso aconteceu.
"E isso chama a atenção e precisamos imprimir ações de desoneração tarifária. E quando olhamos o gráfico, um dos principais custos da tarifa é a geração de energia. A ideia é substituir térmicas que têm custos acima de R$ 1.000 o megawatt (MW)/hora que encarecem o portfólio de geração", destacou Pepitone.
Nas próximas semanas, o Ministério de Minas e Energia vai lançar consulta pública para tratar dos detalhes desse leilão e suas diretrizes.
"O foco desse leilão é substituir essa geração cara em 2023, para que a gente não se veja compelido a prorrogar esses contratos sob o argumento de segurança energética. E, com isso, teremos um preço das tarifas mais módico para o consumidor", destacou Pepitone, que está participando do Enase 2019.
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