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O modelo escolhido para a privatização dos Correios, de acordo com Salim Mattar, secretário especial de Desestatização, Desenvolvimento e Mercados do Ministério da Economia, deve ficar mais claro no início de 2020. O secretário afirmou que após a inclusão da empresa no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) o caso passa para o BNDES, que fará estudos e deve apresentar todas as opções para os Correios. "Todas as alternativas serão estudadas pelo BNDES e isso vai demorar um pouco. Vai ficar mais claro no princípio do próximo ano", afirmou.
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O modelo escolhido para a privatização dos Correios, de acordo com Salim Mattar, secretário especial de Desestatização, Desenvolvimento e Mercados do Ministério da Economia, deve ficar mais claro no início de 2020. O secretário afirmou que após a inclusão da empresa no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) o caso passa para o BNDES, que fará estudos e deve apresentar todas as opções para os Correios. "Todas as alternativas serão estudadas pelo BNDES e isso vai demorar um pouco. Vai ficar mais claro no princípio do próximo ano", afirmou.
Vale reforçar que a empresa tem monopólio do serviço postal e do correio aéreo nacional (serviço postal militar) assegurado pela Constituição. Por conta disso, sua privatização passa, necessariamente, pelo Congresso, por meio da aprovação de uma PEC e esse processo pode demorar de dois a três anos, de acordo com Mattar.