Porto Alegre, domingo, 26 de julho de 2020.
Dia dos Avós.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
domingo, 26 de julho de 2020.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

mercado financeiro

- Publicada em 08h08min, 16/08/2019. Atualizada em 08h07min, 16/08/2019.

Bolsas asiáticas sobem majoritariamente após China sinalizar novos estímulos

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira (16), encerrando uma semana turbulenta, após o governo chinês sinalizar a intenção de estimular ainda mais sua economia.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira (16), encerrando uma semana turbulenta, após o governo chinês sinalizar a intenção de estimular ainda mais sua economia.
O apetite por risco na Ásia ganhou força depois de o principal órgão de planejamento econômico da China anunciar hoje que Pequim irá lançar um plano para impulsionar a renda disponível da população em 2019 e 2020. No entanto, detalhes do plano não foram revelados.
Nos mercados chineses, o índice Xangai Composto subiu 0,29%, a 2.823,82 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 0,55%, a 1.525,48 pontos.
Em outras partes da região asiática, o japonês Nikkei teve alta marginal de 0,06% em Tóquio, a 20.418,81 pontos, graças ao bom desempenho de ações ligadas ao consumo doméstico, enquanto o Hang Seng se valorizou 0,94% em Hong Kong, a 25.734,22 pontos, e o Taiex subiu 0,91% em Taiwan, a 10.420,89 pontos.
A exceção foi o Kospi, que voltou de um feriado ontem na Coreia do Sul com queda de 0,58%, a 1.927,17 pontos.
Apesar da relativa calma na Ásia, investidores continuam atentos aos juros dos Treasuries e a desdobramentos da disputa comercial entre Estados Unidos e China. Ontem, o rendimento do T-bond de 30 anos renovou mínima histórica e o da T-note de 10 anos atingiu o menor nível em três anos.
A queda histórica nos juros dos Treasuries veio depois que os rendimentos das T-notes de 10 e 2 anos se inverteram temporariamente na última quarta, num fenômeno do mercado de bônus que é historicamente visto como um confiável indicador de recessões econômicas.
Quanto à perspectiva comercial, a China disse ontem que terá de tomar "as contramedidas necessárias" em reação ao plano dos Estados Unidos de tarifar mais produtos chineses a partir de 1º de setembro, mas também expressou o desejo de solucionar suas desavenças comerciais com Washington por meio do diálogo.
Na Oceania, a bolsa australiana ficou praticamente estável nesta sexta, após sofrer ontem a maior queda em mais de três anos. O índice S&P/ASX teve ligeira baixa de 0,04% em Sydney, a 6.405,50 pontos.
Comentários CORRIGIR TEXTO