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Porto Alegre, terça-feira, 13 de agosto de 2019.
Dia do Economista .

Jornal do Comércio

Economia

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Balanços

Edição impressa de 13/08/2019. Alterada em 13/08 às 03h00min

Fras-le recupera margens e receita líquida aumenta 19,9%

Para este ano, investimentos programados somam R$ 76 milhões

Para este ano, investimentos programados somam R$ 76 milhões


/FRAS-LE ÁSIA/DIVULGAÇÃO/JC
Roberto Hunoff, de Caxias do Sul
Após um primeiro trimestre difícil em função de aumento de custos e elevação da carga tributária, com o fim dos benefícios fiscais que vigoravam em um passado recente, a Fras-le encerrou o segundo período do ano em ritmo de recuperação, apresentando melhorias em seus indicadores, com destaque nas margens operacionais. As receitas de vendas registraram crescimento superior a 20%, beneficiadas pelas aquisições recentes. "O ano de 2019 ainda é de maturação, mas é possível ver boas perspectivas no horizonte", projetou Sérgio Carvalho, CEO da Fras-le e COO da Divisão Autopeças das Empresas Randon, de Caxias do Sul.
Após um primeiro trimestre difícil em função de aumento de custos e elevação da carga tributária, com o fim dos benefícios fiscais que vigoravam em um passado recente, a Fras-le encerrou o segundo período do ano em ritmo de recuperação, apresentando melhorias em seus indicadores, com destaque nas margens operacionais. As receitas de vendas registraram crescimento superior a 20%, beneficiadas pelas aquisições recentes. "O ano de 2019 ainda é de maturação, mas é possível ver boas perspectivas no horizonte", projetou Sérgio Carvalho, CEO da Fras-le e COO da Divisão Autopeças das Empresas Randon, de Caxias do Sul.
A receita líquida consolidada foi de R$ 338,8 milhões, 19,9% superior ao segundo trimestre de 2018. No semestre este desempenho chegou a R$ 661,6 milhões, evolução de 25% e motivada, em boa parte, à participação da Fremax, que teve sua aquisição consolidada em outubro do ano passado. Excluindo a aquisição, o desempenho das receitas, ainda que positivo, carrega parte da fragilidade econômica na Argentina, além de menores volumes de vendas em algumas regiões no exterior onde a companhia mantém negócios.
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O lucro bruto consolidado de R$ 88 milhões no segundo trimestre cresceu 17,4% sobre o mesmo período de 2018. No acumulado de seis meses, o indicador atingiu R$ 163 milhões, alta de 18,4%.
A combinação de uma série de fatores, principalmente o resultado financeiro, que absorveu um efeito positivo resultante de correção sobre os ativos das controladas da Argentina, permitiu avanço para R$ 25,4 milhões no lucro líquido, incremento de 63% sobre o segundo trimestre do ano passado. No semestre, no entanto, o lucro sofreu queda de 58,8%, para R$ 25,4 milhões, em função do fraco desemprego do primeiro trimestre.
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