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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de agosto de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

Alterada em 08/08 às 09h51min

IPC-S sobe 0,32% na primeira semana de agosto

Maior contribuição entre as classes que registraram acréscimo foi dada pelo grupo Transportes

Maior contribuição entre as classes que registraram acréscimo foi dada pelo grupo Transportes


TONY WINSTON/ABR/JC
Estadão Conteúdo
O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) acelerou marginalmente da última quadrissemana de julho para a primeira leitura de agosto, de 0,31% para 0,32%, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira (8).
O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) acelerou marginalmente da última quadrissemana de julho para a primeira leitura de agosto, de 0,31% para 0,32%, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira (8).
Nesta apuração, quatro das oito classes de despesa registraram acréscimo em suas taxas de variação, sendo que a maior contribuição foi dada pelo grupo Transportes (-0,48% para -0,41%). Dentro do segmento, a FGV destaca o comportamento de etanol, que reduziu a deflação, de 3,49% para 2,56%.
Os outros grupos que aceleraram no período foram Habitação (1,02% para 1,05%), por influência de móveis de residência (0,34% para 0,73%); Comunicação (0,03% para 0,09%), com contribuição de tarifa de telefone residencial (0,03% para 0,38%); e Alimentação (0,35% para 0,37%), com destaque para frutas (3,38% para 4,64%).
Por outro lado, tiveram alívio entre a última quadrissemana de julho e a primeira de agosto os grupos Educação, Leitura e Recreação (-0,03% para -0,17%), influenciado por passagem aérea (-3,55% para -10,32%), Despesas Diversas (0,35% para 0,27%), beneficiado por alimentos para animais domésticos (2,32% para 1,53%); e Saúde e Cuidados Pessoais (0,38% para 0,37%), com contribuição de produtos farmacêuticos (1,69% para 0,48%).
O grupo Vestuário repetiu a mesma taxa de variação nas duas quadrissemanas, de -0,24%. No sentido ascendente, a FGV destaca o item roupas (-0,49% para -0,41%), já a principal influência para baixo foi de acessórios do vestuário (0,81% para 0,13%).
Os itens que mais contribuíram para o avanço do IPC-S na primeira leitura de agosto foram tarifa de eletricidade residencial (mesmo com a desaceleração de 5,56% para 5,47%), cebola (apesar do alívio de 29,26% para 28,44%), mamão papaia (a despeito da taxa mais baixa, de 31,48% para 30,97%), condomínio residencial (ainda que tenha desacelerado de 1,43% para 1,30%), e plano e seguro de saúde (mesmo com o arrefecimento de 0,63% para 0,62%).
Em contrapartida, as maiores influências de baixa foram gasolina (apesar da deflação menor, de -1,93% para -1,70%), tomate (-9,57% para -10,70%), batata inglesa (-2,55% para -9,87%), além de passagem aérea e etanol.
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