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Porto Alegre, terça-feira, 06 de agosto de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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balanços

06/08/2019 - 19h30min. Alterada em 06/08 às 19h30min

Lucro líquido do Iguatemi atinge R$ 60,1 milhões no 2º trimestre, queda de 0,8%

O Ebitda atingiu R$ 137,6 milhões, aumento de 3,9%

O Ebitda atingiu R$ 137,6 milhões, aumento de 3,9%


FREDY VIEIRA/JC
Estadão Conteúdo
A Iguatemi reportou lucro líquido de R$ 60,1 milhões no segundo trimestre de 2019, o equivalente a um recuo de 0,8% em relação ao mesmo período de 2018.
A Iguatemi reportou lucro líquido de R$ 60,1 milhões no segundo trimestre de 2019, o equivalente a um recuo de 0,8% em relação ao mesmo período de 2018.
O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu R$ 137,6 milhões, aumento de 3,9%. A margem Ebitda caiu 2,3 pontos porcentuais, para 73,4%.
O FFO (lucro líquido excluindo depreciação, amortização e efeitos não caixa) foi de R$ 91,6 milhões, crescimento de 4,3%. A margem FFO baixou 1,4 ponto porcentual, para 48,8%.
A receita líquida cresceu 7,2% e totalizou R$ 187,6 milhões. O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 29 milhões, montante 3,5% menor.
O crescimento da receita no trimestre foi puxado pelos aumentos de 6% do faturamento com aluguéis e de 4,2% com estacionamentos. A companhia vem registrando queda na inadimplência de lojistas, assim como remoções graduais nos descontos nos contratos de locação concedidos durante o período de crise.
Esses fatores ajudaram a ampliar o Ebitda e o FFO. O crescimento do lucro operacional só não foi maior porque a companhia perdeu lojistas e viu um aumento dos espaços vagos nos shoppings, o que lhe acarretou despesas maiores com pagamento da cota condominial, com consequente perda de margens. Os custos e despesas subiram 12,4% para R$ 54,6 milhões.
Por sua vez, o lucro líquido teve uma leve queda devido ao aumento das perdas nas linhas de depreciação de ativos e aumento nas alíquotas de impostos. Já a despesa financeira caiu.
No fim do segundo trimestre, a dívida total da Iguatemi era de R$ 2,1 bilhões, 0,7% acima em relação ao primeiro trimestre. A dívida líquida da companhia recuou 0,06% no mesmo intervalo, para R$ 1,4 bilhão. Com isso, a alavancagem (relação entre dívida e Ebitda) no período baixou de 2,61 vezes para 2,55 vezes.
Operacional
As vendas totais nos 15 shopping centers e 2 outlets em que a Iguatemi é sócia somaram R$ 3,5 bilhões no segundo trimestre de 2019, um crescimento de 7,9% em relação ao mesmo período de 2018.
As vendas nas mesmas lojas (abertas há mais de um ano) subiram 6,9% no segundo trimestre. Esse porcentual representa uma melhora significativa em comparação com o resultado de um ano antes, quando houve queda de 1,9%
Os aluguéis nas mesmas lojas deram um salto de 10% no segundo trimestre. Esse porcentual também representa uma aceleração relevante frente ao mesmo período do ano passado, quando a alta foi de 1,8%.
Já a ocupação dos shoppings recuou de 94,6% no segundo trimestre de 2018 para 92,1% no segundo trimestre de 2019. No mesmo período, a inadimplência líquida dos lojistas caiu de 1,6% para 0,6%.
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