Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 07 de agosto de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Balanços

Edição impressa de 07/08/2019. Alterada em 07/08 às 03h00min

Receita da Marcopolo cresce 10% no primeiro trimestre

Segmento de micro-ônibus registrou expansão de 57,2% no período

Segmento de micro-ônibus registrou expansão de 57,2% no período


/CLAITON DORNELLES/JC
Roberto Hunoff, de Caxias do Sul
Com receita líquida de R$ 2,04 bilhões, a Marcopolo cresceu 9,9% no primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2018. Os destaques da empresa foram o incremento das vendas no mercado interno, em 52,5%, e os resultados obtidos com os programas visando, ainda, a maior produtividade, qualidade e redução de custos de materiais, que proporcionaram aumento da eficiência operacional e do lucro líquido, que atingiu R$ 117,9 milhões, alta de 117,1%.
Com receita líquida de R$ 2,04 bilhões, a Marcopolo cresceu 9,9% no primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2018. Os destaques da empresa foram o incremento das vendas no mercado interno, em 52,5%, e os resultados obtidos com os programas visando, ainda, a maior produtividade, qualidade e redução de custos de materiais, que proporcionaram aumento da eficiência operacional e do lucro líquido, que atingiu R$ 117,9 milhões, alta de 117,1%.
A produção mundial da Marcopolo cresceu 13,2%, para 7.837 unidades contra 6.922 no mesmo período do ano anterior. As atividades nas unidades brasileiras passaram de 6.076 para 6.875 carrocerias, incremento de 13,2%. Os segmentos que mais cresceram foram os de micro-ônibus (57,2%) e dos veículos Volare (35,5%). "Os resultados reforçam a consistência do processo de recuperação do mercado interno, com aumento de volumes em todos os segmentos de negócio", destaca José Antonio Valiati, CFO e diretor de Relações com Investidores.
Nas exportações, o segmento de rodoviários apresentou o melhor desempenho. Mesmo com queda de vendas para a Argentina, mostrou crescimento de 25,5% em volumes no semestre. As vendas de urbanos tiveram retração trimestral especialmente em função da forte base estabelecida no primeiro semestre de 2018, quando as vendas para o continente africano foram destaque. A expectativa é de uma recuperação das exportações a partir do fim do terceiro trimestre deste ano, com o segmento de rodoviários mostrando ainda melhores resultados.
Ontem, a Marcopolo completou 70 anos de fundação. A data foi marcada na reunião-almoço de segunda-feira da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul. O presidente da entidade empresarial, Ivanir Gasparin, entregou placa comemorativa para Mauro Bellini, membro do Comitê de Estratégia da companhia e filho do fundador Paulo Bellini. Homenagens também foram prestadas pelas diretorias dos sindicatos das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico (Simecs) e de Material Plástico da Região Nordeste do Rio Grande do Sul (Simplás).
Ao agradecer, Mauro Bellini relembrou os números que tornam a Marcopolo a maior fabricante de carrocerias de ônibus da América Latina e uma das maiores no cenário global, com produtos circulando nas estradas de mais de 120 países. Em 2018, a Marcopolo consolidou receita líquida de quase R$ 4,2 bilhões, incremento de 46% sobre o ano anterior. A produção alcançou 16.103 unidades, alta de 48%.
No Brasil, a empresa tem três plantas em Caxias do Sul, uma em Duque de Caxias (RJ) e outra em São Mateus (ES). No exterior, são 11, localizadas na Argentina, na Colômbia e na Índia, estas em sociedade com parceiros locais, e na África do Sul, na Austrália, na China e no México com atuação própria.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia