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Porto Alegre, terça-feira, 30 de julho de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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telecomunicações

30/07/2019 - 17h07min. Alterada em 30/07 às 17h40min

Grupo chinês de TV Digital quer ofertar conteúdo no Brasil

Startimes tem instalações para monitorar as condições de transmissão

Startimes tem instalações para monitorar as condições de transmissão


FOTOS PATRICIA COMUNELLO/ESPECIAL/JC
Patrícia Comunello, de Pequim
Mesmo com a barreira do padrão japonês da TV Digital adotado no Brasil, a chinesa Startimes vislumbra mercado para os seus conteúdos que chegam hoje principalmente à África. São novelas, séries, filmes e esportes. A empresa tem como principal mercado 30 países, atingindo 26 milhões de pessoas no continente africano.
Mesmo com a barreira do padrão japonês da TV Digital adotado no Brasil, a chinesa Startimes vislumbra mercado para os seus conteúdos que chegam hoje principalmente à África. São novelas, séries, filmes e esportes. A empresa tem como principal mercado 30 países, atingindo 26 milhões de pessoas no continente africano.
O grupo, com sede em Pequim e que atua com equipamentos como decodificadores, TV digital e antenas, está atento ao potencial de consumo de programas. A Startimes não pode entrar com equipamentos, pois usa o padrão europeu nos equipamentos.
Li Hui, que atua na área de desenvolvimento de mercados na África pela Startimes, acredita que os conteúdos podem interessar a redes de TV, como TV Record. Segundo Hui, a Startimes já teve acordo com a emissora para reproduzir novelas.
O Jornal do Comércio visitou a sede do grupo em Pequim, onde atuam mais de 800 pessoas. No local, um conjunto de quatro de edifícios reúne diversos braços da operação. Um dos prédios é dedicado a conteúdos. A sede tem estúdios de gravação e de dublagem para diversas línguas de seu mercado alvo, que está hoje na África.
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Com sede em Pequim, grupo atua com equipamentos como decodificadores, TV digital e antenas

Ainda tem instalações para monitorar as condições de transmissão, com uma parede repleta de telas com exibição de programas nos países de destino, com indicações de parâmetros de qualidade do sinal. Técnicos fazem a checagem 24 horas. A empresa, fundada em 2007 por um engenheiro que vislumbrou o mercado africano, tem ainda uma central de produção no Quênia e tenta ingressar em Angola, mas depende da definição do modelo a ser adotado.
A Startimes tem em um dos andares um laboratório para desenvolver novos perfis de produtos com foco em reduzir custos para ter a TV digital. No lab, estações trabalho tem grupos dedicados a buscar alternativas. Espaços são ambientados reproduzindo salas de residências com os aparelhos de televisão. Uma das apostas é usar energia fotovoltaica para suprir antenas com diferentes formatos. O desafio, explicou Hui, é ter diferentes tamanhos de telas e antenas para ampliar o alcance dos usuários.
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