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Porto Alegre, sexta-feira, 19 de julho de 2019.
Nelson Mandela Day.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 19/07 às 10h03min

Dólar sobe com revisão de apostas para corte de juros nos EUA

Estadão Conteúdo
O dólar opera em alta e com liquidez bem reduzida nesta sexta-feira (19) após ter recuado na quinta-feira (18) em meio a apostas em um corte agressivo, de 0,50 ponto, no juro dos EUA no fim deste mês, mas que foram revisadas posteriormente para 0,25 ponto porcentual. Essa readequação de expectativas ocorreu após o Federal Reserve de Nova York ter ponderado quinta à noite que a fala feita à tarde pelo presidente da regional, John Williams, foi acadêmica. Na quinta, o mercado considerou a fala de Willian como uma sinalização "dovish" da autoridade monetária. A alta dos ativos locais acompanha a valorização dos índices futuros das bolsas de Nova York, dos juros dos Treasuries e do dólar frente divisas principais e emergentes.
O dólar opera em alta e com liquidez bem reduzida nesta sexta-feira (19) após ter recuado na quinta-feira (18) em meio a apostas em um corte agressivo, de 0,50 ponto, no juro dos EUA no fim deste mês, mas que foram revisadas posteriormente para 0,25 ponto porcentual. Essa readequação de expectativas ocorreu após o Federal Reserve de Nova York ter ponderado quinta à noite que a fala feita à tarde pelo presidente da regional, John Williams, foi acadêmica. Na quinta, o mercado considerou a fala de Willian como uma sinalização "dovish" da autoridade monetária. A alta dos ativos locais acompanha a valorização dos índices futuros das bolsas de Nova York, dos juros dos Treasuries e do dólar frente divisas principais e emergentes.
Em Nova York, o Wall Street Journal informa que o presidente da distrital de St. Louis do Fed, James Bullard, afirmou em entrevista concedida em 11 de julho que apoiaria um corte de 25 pontos-base nos juros na reunião de política monetária dos dias 30 e 31 de julho, e ressaltou que não acredita que um corte maior seja necessário. Bullard voltará a falar em evento nesta sexta. Ficará no radar também o índice de sentimento do consumidor preliminar de julho dos Estados Unidos (11h00).
Na Europa, o euro é pressionado para baixo ante o dólar por renovadas tensões políticas na Itália entre os dois vice-primeiros-ministros Matteo Salvini e Luigi Di Maio. Nesta manhã de sexta, Di Maio, que comanda o Movimento 5 Estrelas, negou que haja uma crise no governo e disse que deve se reunir com Salvini na próxima semana. Na quinta, os dois políticos trocaram acusações e fizeram ameaças sobre a continuidade da coalizão entre o M5S e o partido Liga. As tensões entre Salvini e Di Maio ganharam força após a eleição de Ursula von der Leyen ao comando da Comissão Europeia. A Liga se mostrou contra o nome dela, mas o M5S votou a favor.
Após ter fechado na quinta em R$ 3,7290 - menor patamar desde 19 de fevereiro -, o dólar à vista subia 0,41%, a R$ 3,7427 por volta das 10h. No mesmo horário, o dólar futuro para agosto computava ganho de 0,46%, a R$ 3,7395.
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