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Porto Alegre, sexta-feira, 19 de julho de 2019.
Nelson Mandela Day.

Jornal do Comércio

Economia

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Empresas

Edição impressa de 19/07/2019. Alterada em 18/07 às 21h04min

Credores aprovam plano de recuperação da Vidroforte

Processo totaliza R$ 48 milhões em dívidas

Processo totaliza R$ 48 milhões em dívidas


/VIDROFORTE/DIVULGAÇÃO/JC
Roberto Hunoff, de Caxias do Sul
O plano de recuperação judicial do Grupo Vidroforte foi aprovado em assembleia geral de credores, encerrando as definições sobre a questão, após dois adiamentos. Participaram 234 dos mais de 500 credores envolvidos no processo, que totaliza R$ 48 milhões em dívidas. A proposta da empresa foi rejeitada por apenas um dos credores. "A aprovação representa um passo importante para a companhia, mostrando que a recuperação judicial é um caminho eficaz para sua reestruturação empresarial", afirma Laurence Medeiros, da Medeiros & Medeiros, responsável pela administração judicial.
O plano de recuperação judicial do Grupo Vidroforte foi aprovado em assembleia geral de credores, encerrando as definições sobre a questão, após dois adiamentos. Participaram 234 dos mais de 500 credores envolvidos no processo, que totaliza R$ 48 milhões em dívidas. A proposta da empresa foi rejeitada por apenas um dos credores. "A aprovação representa um passo importante para a companhia, mostrando que a recuperação judicial é um caminho eficaz para sua reestruturação empresarial", afirma Laurence Medeiros, da Medeiros & Medeiros, responsável pela administração judicial.
O pedido de recuperação judicial da companhia, motivado pela crise financeira, foi deferido em fevereiro de 2018. Em abril e junho deste ano, a assembleia foi adiada pela falta de quórum e a pedido da própria empresa, em razão de negociações em andamento. O grupo segue em operação normal e o resultado da assembleia seguirá para homologação judicial.
Quando do pedido de recuperação social, o sócio-proprietário Herberto Heinen destacou que a medida tinha caráter preventivo. "Estamos solicitando a recuperação judicial em uma fase em que a empresa ainda está saudável. Não queremos deixá-la cair", apontou. A partir da crise, o faturamento médio anual da empresa de R$ 100 milhões caiu mais de 20%.
Com sede em Caxias do Sul e centros de distribuição em quatro estados, o grupo atua em beneficiamento de vidros e completou 30 anos em março. Tem como coligadas as empresas Templex e Vidroforte Transportes, com negócios internacionais. Em maio deste ano, a direção parou a produção da fábrica de Três Cachoeiras e demitiu os 30 funcionários. Inaugurada em 2013, a unidade fabricava vidros para a construção civil. O grupo fornece para os segmentos automotivo (montadoras e reposição) e construção civil (temperados, laminados e insulados), além de produtos para trens, metrôs, embarcações náuticas e máquinas agrícolas. Também atua em linhas antivandalismo, de segurança, eletrodomésticos e moveleira.
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