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Porto Alegre, quarta-feira, 03 de julho de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 03/07 às 16h55min

Ouro fecha em alta, na máxima desde 2013, com sinais da economia e do BCE

Estadão Conteúdo
O ouro fechou em território positivo nesta quarta-feira (3). O metal continua a ser visto como uma alternativa segura em meio a alguns indicadores modestos. Além disso, investidores avaliam que a postura do Banco Central Europeu (BCE) seguirá favorável a uma política monetária relaxada, o que tende a pressionar os retornos dos bônus e, consequentemente, a apoiar o ouro.
O ouro fechou em território positivo nesta quarta-feira (3). O metal continua a ser visto como uma alternativa segura em meio a alguns indicadores modestos. Além disso, investidores avaliam que a postura do Banco Central Europeu (BCE) seguirá favorável a uma política monetária relaxada, o que tende a pressionar os retornos dos bônus e, consequentemente, a apoiar o ouro.
O contrato do ouro para agosto fechou em alta de 0,92%, em US$ 1.420,90 a onça-troy, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). O metal atingiu neste pregão o patamar mais alto de fechamento desde maio de 2013.
Diretor de pesquisas da BullionVault, Adrian Ash afirma que indicadores "fracos" da Ásia e dos EUA se somaram à notícia de que Christine Lagarde foi indicada por autoridades para ser a próxima presidente do Banco Central Europeu (BCE). Ela ainda precisará ser confirmada, mas a expectativa do mercado é de que ela represente uma continuidade na postura "dovish" da instituição, a fim de estimular o crescimento econômico e impulsionar a inflação rumo à meta de quase 2% do BCE.
A perspectiva de juros baixos na zona do euro tende a pressionar os retornos dos bônus. Isso ajuda o ouro, que concorre com os principais títulos da dívida, como o da Alemanha, como alternativa mais segura para investimentos.
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