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Porto Alegre, terça-feira, 02 de julho de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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indústria

Alterada em 02/07 às 09h55min

Após crescimento em abril, indústria cai 0,2% em maio

Contribuições negativas vieram de setores como a fabricação de veículos automotores

Contribuições negativas vieram de setores como a fabricação de veículos automotores


FREDY VIEIRA/ARQUIVO/JC
Folhapress
Após registrar crescimento em abril, a produção industrial brasileira fechou o mês de maio com queda de 0,2%, disse o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (2). Nos cinco primeiros meses deste ano, o setor acumula perda de 0,7%. Em comparação a maio do ano passado, a indústria cresceu 7,1%.
Após registrar crescimento em abril, a produção industrial brasileira fechou o mês de maio com queda de 0,2%, disse o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (2). Nos cinco primeiros meses deste ano, o setor acumula perda de 0,7%. Em comparação a maio do ano passado, a indústria cresceu 7,1%.
Porém, maio de 2018 foi o mês que ocorreu a paralisação dos caminhoneiros, quando o setor industrial praticamente paralisou. Na ocasião, o volume do setor caiu 3,8% em maio ante abril. Foi o resultado negativo mais intenso da série histórica iniciada em janeiro de 2011.
O movimento dos caminhoneiros começou em 21 de maio de 2018 e durou 11 dias, quando bloqueios em estradas do país levaram ao desabastecimento de alimentos e combustíveis, o que pressionou os preços no período.
Em maio de 2019, o IBGE informou que 18 dos 26 ramos pesquisados apresentaram queda.
Contribuições negativas vieram com veículos automotores (2,4%), bebidas (3,5%), couro, artigos para viagem e calçados (7,1%), produtos químicos (2%), produtos de metal (2,3%), produtos de minerais não-metálicos (2,1%) e diversos (5,8%). Todos eles vinham de avaliações positivas em abril.
Bens de consumo semi e não-duráveis (1,6%), bens de consumo duráveis (1,4%) seguiram pelo mesmo caminho, com taxas negativas depois de avanço no mês anterior.
Com resultados positivos, por outro lado, setores de bens de capital (0,5%) e bens intermediários (1,3%), além de indústrias extrativas (9,2%) e produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,2%).
Até o momento, no período correspondente a janeiro e maio de 2019, o setor industrial teve uma queda de 0,7% em comparação à mesma época do ano passado. As taxas negativas atingem quatro das grandes categorias econômicas, 10 dos 26 ramos, 41 dos 79 grupos e 48,6% dos 805 produtos pesquisados, informou o IBGE.
O pior resultado foi o de indústrias extrativas, com queda de 13,2%. Equipamentos de impressão e reprodução de gravações, com menos 12,4%, e equipamentos de transporte, com 11,2% negativos, são outros produtos com diminuição significativa no setor industrial.
Já entre as grandes categorias econômicas, os bens intermediários tiveram queda de 2%, motivados pela redução nas indústrias extrativas. Segundo o IBGE, o rompimento de uma barragem de rejeitos de mineração em Brumadinho foi crucial para os resultados negativos.
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