Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 01 de julho de 2019.
Dia Mundial da Arquitetura.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

Alterada em 01/07 às 19h08min

À espera da Previdência, Ibovespa tem leve alta com trégua comercial EUA/China

Estadão Conteúdo
O Ibovespa encerrou o primeiro pregão de julho em alta moderada em meio ao impacto positivo gerado pela trégua na guerra comercial entre China e Estados Unidos e à expectativa em relação à reforma da Previdência.
O Ibovespa encerrou o primeiro pregão de julho em alta moderada em meio ao impacto positivo gerado pela trégua na guerra comercial entre China e Estados Unidos e à expectativa em relação à reforma da Previdência.
Embalado pelo apetite ao risco no exterior e a alta firme das bolsas americanas, que atingiram recordes intraday, o Ibovespa chegou a superar os 102 mil pontos na manhã desta segunda-feira (1º). O ímpeto altista arrefeceu ao longo da tarde, acompanhando a diminuição dos ganhos em Nova Iorque, na esteira de dados fracos da economia americana e global, e a cautela diante da espera pela apresentação nesta terça-feira (2) do voto complementar do relator da reforma, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), na comissão especial da Câmara.
Depois de oscilações modestas ao longo da tarde, o Ibovespa fechou aos 101.339,68 pontos em alta de 0,37%, em dia de volume negociado moderado, de R$ 14,7 bilhões. Segundo operadores, após subir 4,06% em junho, o Ibovespa deve passar por uma fase de acomodação para se consolidar acima dos 100 mil pontos e buscar novos recordes. A leitura nas mesas de operação é de que a possibilidade de aprovação da reforma da Previdência no plenário da Câmara antes do início do recesso parlamentar, em 18 de julho, já estaria refletida nos preços.
O analista da Ativa Investimentos Ilan Arbetman observa que, embora haja uma tendência de alta para o Ibovespa, apenas avanços concretos no andamento da reforma da Previdência podem trazer uma nova onda consistente de valorização do índice no curto prazo. "Precisamos de uma informação mais tangível no campo político. O mercado está muito atento a essa questão da Previdência, porque cada adiamento gera muitas dúvidas", diz Arbetman, ressaltando que a alta do Ibovespa nesta segunda-feira se deu mais por conta do ambiente externo, como a alta do minério de ferro, que de otimismo em relação ao andamento da reforma.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, reiterou nesta segunda que o deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) deve apresentar seu voto complementar amanhã e que haverá tentativa de votação na comissão especial na quarta-feira ou quinta-feira. Maia se reúne nesta terça às 10h30 com governadores de Nordeste para tratar de reinclusão de Estados e municípios no texto da reforma. Fontes ouvidas pela reportagem afirmam que o voto complementar do relator deverá trazer pequenos ajustes, sem grande impacto na economia fiscal prevista.
No ambiente corporativo, o destaque entre as blue chips foi a ação da Vale, que subiu 3,53%, impulsionada pela alta dos preços do minério de ferro, que subiram mais de 4% no porto de Qindao, na China. Além do alívio nas tensões comerciais, contribuiu para a alta da commodity a perspectiva de redução da produção de minério na Austrália.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia