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Porto Alegre, segunda-feira, 17 de junho de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

17/06/2019 - 10h07min. Alterada em 17/06 às 11h40min

Mercado projeta queda da Selic a partir de setembro e PIB abaixo de 1%

Projeção para a expansão do Produto Interno Bruto sofreu a 16ª baixa consecutiva

Projeção para a expansão do Produto Interno Bruto sofreu a 16ª baixa consecutiva


JESUS ALCAZAR/AFP/JC
Em um ambiente de forte queda nas projeções para a atividade econômica, os economistas do mercado financeiro passaram a projetar três cortes consecutivos da Selic (a taxa básica de juros) ainda em 2019, a partir de setembro.
Em um ambiente de forte queda nas projeções para a atividade econômica, os economistas do mercado financeiro passaram a projetar três cortes consecutivos da Selic (a taxa básica de juros) ainda em 2019, a partir de setembro.
Dados do Sistema de Expectativas de Mercado do relatório Focus, divulgados nesta segunda-feira (17), mostram que a Selic deve cair de 6,50% para 6,25% ao ano em setembro. Depois, ela deve recuar a 6% em outubro e a 5,75% em dezembro deste ano.
As projeções do mercado são de que, após estes três cortes, a taxa básica deve permanecer em 5,75% ao ano até maio de 2020. Depois disso, um novo ciclo começaria, desta vez de alta da Selic, que atingiria 6,00% em junho de 2020, 6,13% em agosto de 2020, 6,38% em setembro de 2020 e 6,50% em outubro de 2020.
O sistema ainda não permite a observação dos patamares mensais da Selic para além de novembro de 2020. Considerando as projeções para os finais de ano, porém, é possível verificar que os economistas esperam que a Selic encerre 2020 em 6,50% ao ano.
Já a estimativa para o crescimento da economia este ano caiu para abaixo de 1%, após 16 reduções consecutivas, segundo o boletim Focus. A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) foi reduzida de 1% para 0,93%.
A expectativa das instituições financeiras é que a economia tenha crescimento maior em 2020. Entretanto, a previsão para o próximo ano foi reduzida de 2,23% para 2,20%, no segundo recuo consecutivo. A previsão para 2021 e 2022 permanece em 2,50%.
A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,89% para 3,84% este ano, na terceira diminuição seguida. A previsão foi mantida em 4% para 2020 e em 3,75% para 2021 e 2022.
A meta de inflação de 2019, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A estimativa para 2020 está no centro da meta: 4%. Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.
Informações agência Brasil e Estado 
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