Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 06 de junho de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

CORRIGIR

alimentos

06/06/2019 - 12h53min. Alterada em 06/06 às 12h53min

Cesta básica de Porto Alegre cai em maio, mas é a segunda mais cara do País

Conjunto de alimentos passou a custar R$ 496,13, valor R$ 3,25 mais barato que no mês de abril

Conjunto de alimentos passou a custar R$ 496,13, valor R$ 3,25 mais barato que no mês de abril


Gilmar Luís/Arquivo/JC
O custo da cesta básica de Porto Alegre caiu 0,65% em maio, após três meses seguidos de alta. O preço do conjunto de alimentos, calculado pelo Departamento Intersindical de Estudos Sócio Econômicos (Dieese), passou a custar R$ 496,13, valor R$ 3,25 mais barato que no mês de abril, e ainda assim o segundo mais caro do País.
Sete dos treze produtos que compõem a cesta ficaram mais baratos. As maiores quedas foram verificadas no feijão (-9,43%) e no tomate (-7,10%). Entre os alimentos que ficaram mais caros, despontaram a batata (5,10%) e a manteiga (2,38%).
No ano, a cesta ficou 6,76% mais cara e em 12 meses, registrou alta de 13,34% na capital gaúcha. Em maio, o valor da cesta básica representou 54,04% do salário mínimo líquido.
A capital com a cesta mais cara do País foi São Paulo (R$ 507,07), seguida por Porto Alegre (R$ 496,13) e Rio de Janeiro (R$ 492,93). Os menores valores médios foram verificados em Salvador (R$ 392,97) e João Pessoa (R$ 403,57).
Além de Porto Alegre, o preço do conjunto de alimentos caiu em 13 das 17 capitais monitoradas pelo Dieese. As quedas mais acentuadas foram registradas em Campo Grande (-13,92%), Belo Horizonte (-7,02%), Goiânia (-4,48%) e Rio de Janeiro (-4,39%). Na contramão, mas variações positivas ocorreram em Florianópolis (1,17%), Aracaju (0,86%), Recife (0,20%) e Brasília (0,06%). Em 12 meses, entre maio de 2018 e o mesmo mês de 2019, todas as cidades acumularam alta.
CORRIGIR