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Porto Alegre, quarta-feira, 15 de maio de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Edição impressa de 15/05/2019. Alterada em 15/05 às 03h00min

Cautela com o cenário político atual limita a recuperação, mas bolsa sobe 0,40%; dólar cai

O noticiário doméstico foi um obstáculo à recuperação dos preços no mercado de ações ontem. Depois de ter perdido quase 4,5% com o recente episódio da guerra comercial entre Estados Unidos e China, o Índice Bovespa teve uma alta modesta, se comparada ao desempenho mais forte das bolsas de Nova Iorque ao longo do dia. Ao final do pregão, o índice brasileiro marcou 92.092 pontos, com ganho de 0,40%.
Os acenos mais amistosos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação a um acordo comercial com a China favoreceram a recuperação das bolsas na Europa e nos Estados Unidos, onde os principais índices sustentaram ganhos em torno de 1% por toda a tarde. Por aqui, o Ibovespa tentou pegar carona na redução da aversão ao risco no exterior, mas não conseguiu ultrapassar a máxima dos 92.529 pontos ( 0,87%).
Pesaram as notícias da quebra do sigilo bancário do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e da associação do nome de Rodrigo Maia (DEM-RJ) ao pagamento de propinas por parte da Gol, feita em delação premiada de um dos sócios da empresa, Henrique Constantino.
"Vejo o dia de hoje (terça-feira) como uma acomodação, porque está muito difícil encontrar um 'upside' no mercado. A guerra comercial ganhou uma dimensão bem maior, mais concreta. Aqui, o tsunami do presidente Jair Bolsonaro gera muita incerteza sobre o que ele quis dizer", disse Daniel Xavier, economista-chefe do DMI Group. "Não fossem essas questões políticas desta terça, o mercado teria voltado com muito mais vigor", afirmou.
As ações de empresas ligadas a commodities terminaram o dia em alta, sob influência da melhora do apetite por risco no exterior. Petrobras PN subiu 0,39%, Vale ON ganhou 0,34% e Gerdau PN avançou 1,01%. As ações do setor financeiro, símbolos de liquidez e termômetros de risco político, tiveram desempenho mais fraco. Banco do Brasil ON perdeu 0,97% e Itaú Unibanco, 0,47%.
Depois de uma manhã de volatilidade, alternando altas e baixas, o dólar à vista operou em leve queda ao longo da tarde e com leve recuperação, fechando a R$ 3,9766.
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