Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 03 de maio de 2019.
Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Aviação

Edição impressa de 03/05/2019. Alterada em 03/05 às 03h00min

Avianca demite 30% da mão de obra em Guarulhos

Em recuperação judicial desde dezembro, a Avianca Brasil demitiu entre 70 a 80 funcionários que trabalhavam no aeroporto de Guarulhos na manhã desta quinta-feira. Nas contas do Rodrigo Maciel, presidente do Sindicato dos Aeroviários de Guarulhos, a demissão em massa representa 30% da mão de obra da companhia aérea no aeroporto, restando apenas 140 empregados da aérea no maior terminal do País.
Os cortes desta quinta-feira atingiram especialmente os atendentes dos guichês da empresa e os operadores de voo. Desde dezembro, outros 70 funcionários haviam sido demitidos em Guarulhos, de diversas áreas da empresa.
Desde o dia 28 de abril, a Avianca Brasil não tem mais voos domésticos em Guarulhos, o maior aeroporto do país e onde a companhia tinha uma presença forte. Em 2018, mais de 20% dos passageiros nacionais por ali embarcaram em voos da Avianca.
Os destinos internacionais, como Bogotá, seguem partindo de Guarulhos porque são operados pela Avianca Colômbia. A companhia também tem como sócios os irmãos José e Germán Efromovich, mas é independente da operação brasileira.
De acordo com o sindicato, os funcionários da Avianca Brasil que permanecem no aeroporto estão dedicados a reacomodar passageiros que tiveram voos cancelados nas últimas semanas. Desde o início de abril, a Avianca cancelou mais de 2.000 voos pela falta de aviões, confiscados pelas empresas de leasing por falta de pagamento do aluguel.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia