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Porto Alegre, quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019.
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Economia

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Crédito

27/02/2019 - 18h13min. Alterada em 27/02 às 18h13min

1,07 milhão de clientes migraram de cheque especial para parcelado em janeiro

Volume de clientes que migrou equivale a um aumento de 32% na comparação com o mês anterior

Volume de clientes que migrou equivale a um aumento de 32% na comparação com o mês anterior


MARCOS SANTOS/USP IMAGENS/DIVULGAÇÃO/JC
Estadão Conteúdo
Em janeiro, 1,07 milhão de clientes migrou do cheque especial rotativo para o empréstimo parcelado, a juros mais baixos, informou a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O volume de clientes que migrou para essa linha de crédito equivale a um aumento de 32% na comparação com o mês anterior, segundo levantamento feito com 12 bancos, que representam cerca de 90% do mercado brasileiro deste produto.
Segundo a entidade, desde julho, quando entraram em vigor as novas regras de autorregulação da Federação para o assunto, 6,2 milhões de pessoas já optaram pela mudança de linha de crédito, reduzindo o custo do crédito obtido nos bancos.
Conforme a Febraban, a taxa de juros média dos empréstimos parcelados fecharam janeiro no patamar de 3,4% ao mês, queda de 0,1 ponto porcentual (p.p.) em relação a dezembro de 2018, e muito mais baixa do que as taxas cobradas no cheque especial no mesmo período. Em janeiro, a taxa média de juros do cheque especial foi de 12,62% ao mês, 0,2 p.p. menor do que a registrada em janeiro do ano passado, mês com a mesma sazonalidade.
As taxas de juros médias cobradas em empréstimos para pessoas físicas com recursos livres (em que os bancos não são obrigados a dar destinação específica para os recursos captados nem tem limitação de spread) caíram, em média, 23 p.p. no período de outubro de 2016 (quando começou o recente ciclo de queda da taxa Selic) a janeiro de 2019. Nesse mesmo período, a Selic recuou 7,75 p.p.
Nos empréstimos a pessoas jurídicas, o corte ficou em 10,02 p.p. no mesmo período, também nas operações com recursos livres. A taxa de juros média registrada nessas operações era de 30,2%, em outubro/2016, recuando para 20,2%, em janeiro/2019.
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