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Conjuntura

- Publicada em 22h07min, 19/02/2019.

Cenários interno e externo tornam 2019 promissor ao setor imobiliário

Thiago Copetti
Um conjunto de problemas macroeconômicos resolvidos nos últimos dois anos, como a volta da oferta de vagas de trabalho, os juros e a inflação controlados e a provável aprovação da Reforma da Previdência devem catapultar ao alto os negócios do setor imobiliário em 2019. É este um rápido resumo do que foi apresentado na noite de ontem pelo economista Ricardo Amorim a um grupo de convidados pela Cyrela Goldsztein, no Teatro da Unisinos, em Porto Alegre.
Um conjunto de problemas macroeconômicos resolvidos nos últimos dois anos, como a volta da oferta de vagas de trabalho, os juros e a inflação controlados e a provável aprovação da Reforma da Previdência devem catapultar ao alto os negócios do setor imobiliário em 2019. É este um rápido resumo do que foi apresentado na noite de ontem pelo economista Ricardo Amorim a um grupo de convidados pela Cyrela Goldsztein, no Teatro da Unisinos, em Porto Alegre.
Presidente da Ricam Consultoria Empresarial, Amorim ressalta que, apesar de o Brasil continuar com inúmeros problemas para resolver, a solução de diferentes questões que travavam a economia foram solucionados e vão estimular o fluxo de dinheiro no País. Assim como a confiança para investir, seja por parte dos brasileiros como de estrangeiros.
"Ao resolver os problemas das contas públicas, e acho que isso vai acontecer, vai chover dinheiro de gringo por aqui. Isso porque o Brasil é um dos poucos países no mundo que reúne duas coisas fundamentais aos investimentos estrangeiros: o tamanho de mercado e o potencial de crescimento", diz Amorim, também comentarista do programa Manhattan Conexion, da Globo News.
Com mais dinheiro as empresas, em geral, irão tirar do papel seus projetos, e para isso precisarão contratar e, por consequência, haverá mais consumo e mais confiança para consumir, diz o economista. O que, ancorado por uma confiança generalizada no crescimento do País, explica Amorim, fatalmente terá reflexo no setor imobiliário.
"Em um primeiro momento está ocorrendo a desova na venda dos imóveis que estavam prontos e represados. Em 2019, haverá a retomado dos lançamentos", avalia Amorim.
O movimento apontado pelo presidente da Ricam, por sinal, já ocorre com a Cyrela Goldsztein. Em Porto Alegre, segundo, Rodrigo Putinato, CEO da empresa para a Região Sul, o mês de janeiro de 2019 representou mais do que dobro das vendas do melhor mês de 2018, que foi novembro. Com isso, o executivo afirma que os R$ 400 milhões em empreendimentos na cidade deverão quase dobrar neste ano, alcançando R$ 700 milhões.
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