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Porto Alegre, quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019.
Dia de São Valentim.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 14/02 às 08h19min

Grandes bolsas asiáticas fecham estáveis, de olho em diálogo entre EUA e China

Estadão Conteúdo
As principais bolsas da Ásia fecharam perto da estabilidade nesta quinta-feira (14), num clima de cautela em meio ao início da principal fase das negociações comerciais entre Estados Unidos e China e após a divulgação de números melhores do que o esperado da balança comercial chinesa.
Autoridades de alto escalão dos EUA e China começaram nesta quinta-feira, em Pequim, uma rodada de negociações de dois dias para tentar superar as desavenças que levaram as duas maiores economias do mundo a adotar sobre tarifas contra produtos um do outro desde meados do ano passado. Antes disso, representantes de ambos os lados tiveram conversas preliminares entre essa segunda e quarta-feira.
O objetivo agora é tentar fechar um acordo comercial até 1º de março, antes que Washington eleve tarifas sobre mais US$ 200 bilhões em produtos chineses, de 10% para 25%, no dia seguinte. Há relatos, no entanto, de que o presidente dos EUA, Donald Trump, estaria considerando adiar esse prazo em 60 dias.
Principal índice acionário chinês, o Xangai Composto fechou em baixa marginal de 0,05%, a 2.719,70 pontos. Já o Shenzhen Composto, que reúne empresas com menor valor de mercado, subiu 0,66%, a 1.398,84 pontos.
Em meio ao diálogo sino-americano, a China divulgou dados de comércio exterior que superaram as expectativas. Em janeiro, as exportações chinesas tiveram expansão anual de 9,1%, contrastando com uma queda esperada de 4,1%. As importações chinesas, por sua vez, caíram 1,5% na mesma comparação, mas analistas previam redução bem maior, de 11%. O superávit comercial da China ficou em US$ 39,16 bilhões em janeiro, bem abaixo do saldo positivo de US$ 57,06 bilhões registrado em dezembro, mas acima da previsão de US$ 25,45 bilhões.
No comércio apenas com os EUA, o superávit chinês diminuiu de US$ 29,87 bilhões em dezembro para US$ 27,3 bilhões em janeiro.
O índice Nikkei também apresentou ligeira baixa em Tóquio, de 0,02%, fechando a 21.139,71 pontos. Dados publicados no fim da noite de ontem mostraram que o Produto Interno Bruto (PIB) do Japão teve crescimento anualizado de 1,4% no quarto trimestre de 2018. O resultado veio um pouco abaixo das expectativas, de alta de 1,5%, mas reverteu a queda anualizada de 2,6% registrada no terceiro trimestre.
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng caiu 0,23% em Hong Kong, a 28.432,05 pontos; enquanto o sul-coreano Kospi subiu 1,11%, a 2.225,85 pontos, graças ao seu maior blue chip, a Samsung Electronics (+2,8%); e o Taiex ficou praticamente estável em Taiwan, com baixa de 0,02%, a 10.089,91 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana ficou no vermelho, pressionada por ações de grandes bancos domésticos e do setor de telecomunicações. O S&P/ASX 200 recuou 0,07% em Sydney, a 6.059,40 pontos.
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