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Relações Internacionais

Edição impressa de 11/02/2019. Alterada em 10/02 às 01h00min

Negociadores dos Estados Unidos e da China se reúnem sob pressão em Pequim 

Negociadores americanos e chineses se reúnem em Pequim, na China, de hoje a sexta-feira, para tentar delinear um acordo comercial, sob a pressão do prazo-limite de 1 de março. O ponto alto da semana será a viagem à capital chinesa, nos dias 14 e 15, do representante comercial dos Estados Unidos, Robert Lighthizer, e do secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin. Ambos devem se encontrar com seus homólogos chineses, incluindo o vice-primeiro-ministro, Liu He, e o governador do Banco Central da China, Yi Gang.
Esses encontros serão precedidos, desde segunda, por reuniões preparatórias dirigidas, do lado americano, pelo representante comercial adjunto, Jeffrey Gerrish, informou a Casa Branca. Desta vez, Washington não mencionou a presença de Peter Navarro, conselheiro econômico do presidente Donald Trump conhecido por suas posturas intransigentes em relação à China.
É possível que os EUA queiram tranquilizar os chineses para preservar suas chances de alcançar um consenso depois de mais de um ano de conflito. Um fracasso das negociações significaria uma piora da guerra de tarifas que ameaça não apenas as economias chinesa e americana, mas o crescimento global.
A última rodada de conversas, ocorrida em Washington no começo de fevereiro, terminou sem um acordo e com o principal negociador americano dizendo que ainda há trabalho a ser feito antes de um pacto ser firmado entre as duas maiores economias do mundo. Lighthizer, indicado por Trump para liderar o processo após uma trégua de 90 dias na guerra comercial, tem defendido pressionar a China a realizar reformas e encerrar o que os EUA veem como práticas comerciais injustas de roubo de propriedade intelectual e a obrigação de que empresas americanas compartilhem suas tecnologias com as chinesas. A China, porém, nega realizar tais práticas.
Ambos os lados tentam desenhar um acordo antes de 1 de março, quando impostos americanos sobre as importações chinesas na faixa dos US$ 200 bilhões subiriam de 10% para 25%.
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