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Porto Alegre, quarta-feira, 06 de fevereiro de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 06/02 às 22h19min

Dólar avança em geral, em dia de fraqueza do euro e do dólar australiano

Estadão Conteúdo
O dólar mostrou força em geral, nesta quarta-feira (6). A moeda americana foi apoiada pela fraqueza do euro, em dia de indicador fraco da Alemanha. Entre as divisas emergentes e ligadas a commodities, o dólar australiano registrou forte baixa, de olho nas sinalizações do Banco Central da Austrália (RBA, na sigla em inglês).
No fim da tarde em Nova Iorque, o dólar subia a 109,96 ienes, o euro recuava a US$ 1,1370 e a libra tinha baixa a US$ 1,2939.
O euro já mostrava fraqueza mais cedo e o quadro se manteve após as encomendas à indústria da Alemanha, que recuaram 1,6% em dezembro ante novembro, contrariando a previsão de alta de 0,3% dos analistas. Isso reforçou os temores de desaceleração econômica da zona do euro.
A libra, por sua vez, chegou a subir mais cedo, mas chegou ao fim do dia em baixa. A moeda tem sido influenciada pelas negociações da saída do Reino Unido da União Europeia, o Brexit. Nesta quinta-feira, a primeira-ministra britânica, Theresa May, deve se reunir com o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, para discutir o assunto. A premiê deseja renegociar a questão da fronteira entre as Irlandas, mas a UE descarta rever o acordo já fechado com May. Na avaliação do Nomura, a libra deve "sofrer bastante" se o Reino Unido continuar a negociar com a UE sua saída sem estender o período de diálogo, diante do pouco tempo para se fechar um acordo. Se não houver extensão do prazo, o Reino Unido deixa o bloco em 29 de março. O Nomura, contudo, ainda acha improvável uma saída sem acordo.
Entre as moedas emergentes e commodities, o dólar australiano esteve sob pressão, após o RBA sinalizar uma mudança de postura, em discurso do presidente do banco central, Philipe Lowe. O dirigente continua otimista com o mercado de trabalho da Austrália, mas acabou por abrir espaço para o RBA cortar os juros caso a economia cresça menos do que o esperado e a taxa de desemprego avance.
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