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Porto Alegre, quarta-feira, 06 de fevereiro de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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Mineração

Edição impressa de 07/02/2019. Alterada em 06/02 às 01h00min

Vale quer elevar produção a seco para 70%

O Corpo de Bombeiros confirmou na tarde de ontem 150 mortos e 182 desaparecidos em Brumadinho

O Corpo de Bombeiros confirmou na tarde de ontem 150 mortos e 182 desaparecidos em Brumadinho


/MAURO PIMENTEL/AFP/JC
A Vale anunciou que tem planos de aumentar a parcela de produção a seco para 70% em 2023, com a redução gradativa da utilização de barragens nas operações. O aumento da parcela de produção a seco da mineradora foi anunciado por meio de comunicado na noite de terça-feira, 12 dias após o rompimento da barragem da Mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho, Minas Gerais.
Paralelamente ao aumento da produção a seco, a Vale informou que planeja investir aproximadamente R$ 1,5 bilhão (cerca de US$ 390 milhões) na implementação de tecnologia de disposição de rejeito a seco (dry stacking).
Em nota, a empresa disse que a iniciativa se agrega à aquisição da New Steel - que desenvolve tecnologias inovadoras de beneficiamento de minério de ferro a seco - em dezembro do ano passado, por US$ 500 milhões.
As informações indicam que os investimentos da mineradora brasileira em gestão de barragens atingirão R$ 256 milhões (cerca de US$ 70 milhões) agora em 2019, segundo orçamento aprovado no ano passado.
O volume representa crescimento de cerca de 180% em relação aos R$ 92 milhões (cerca de US$ 30 milhões) investidos em 2015.
"Os crescentes e relevantes investimentos em gestão de barragens e ações de saúde e segurança evidenciam o compromisso da Vale com a disponibilização dos recursos necessários para preservar a saúde e segurança de seus funcionários e das comunidades vizinhas", afirmou a empresa em nota.
Segundo a Vale, os investimentos em novas barragens, todas construídas pelo método convencional, refletem as necessidades operacionais da companhia e o cronograma de implantação de cada um dos projetos em execução.
Na tarde de ontem, o Corpo de Bombeiros informou que foram confirmados 150 mortos e 182 desaparecidos. O trabalho mantém um efetivo de 428 agentes nas operações nesta quarta-feira. As equipes de salvamento estão alocadas em 40 pontos ao longo do mar de rejeito que encobriu a cidade no dia 25 de janeiro. Os focos de busca estão nas áreas da portaria da Mina do Córrego do Feijão, do estacionamento, de uma área de britagem chamada ITM e da locomotiva.
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