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Indústria

- Publicada em 14h54min, 06/02/2019. Atualizada em 11h30min, 11/02/2019.

Kimberly-Clark vai fechar fábrica no Rio Grande do Sul

Empresa diz que vai demitir empregados à medida que for desativando linhas de produção

Empresa diz que vai demitir empregados à medida que for desativando linhas de produção


GOOGLE/DIVULGAÇÃO/JC
Flávia Pereira
Fabricante de absorventes, fraldas, guardanapos e papel higiênico, a norte-americana Kimberly-Clark vai fechar as portas da unidade gaúcha, localizada em Eldorado do Sul. A medida, comunicada a funcionários, faz parte do programa de reestruturação da empresa anunciado em 2018. Cerca de 260 trabalhadores, entre diretos e indiretos, serão afetados. 
Fabricante de absorventes, fraldas, guardanapos e papel higiênico, a norte-americana Kimberly-Clark vai fechar as portas da unidade gaúcha, localizada em Eldorado do Sul. A medida, comunicada a funcionários, faz parte do programa de reestruturação da empresa anunciado em 2018. Cerca de 260 trabalhadores, entre diretos e indiretos, serão afetados. 
A notícia chegou oficialmente a dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Celulose e Papel (Sinpacel-RS) nessa terça-feira (5), em reunião com diretores da empresa na cidade. A Kimberly-Clark encerrará as atividades em solo gaúcho até o fim de maio de 2019.
As demissões vão ocorrer de acordo com o desligamento da operação. O diretor do Sinpacel, Anselmo Oliveira, diz que a empresa vai desativar as linhas uma a uma, fazendo as rescisões. "Vai ser muito ruim para a região e para Eldorado do Sul e Guaíba", opinou Oliveira, sobre o impacto do fechamento da fábrica.
Nesta quarta-feira (6), as áreas jurídicas do sindicato e da empresa se reuniram para negociar as condições das demissões. 
Por nota, a Kimberly-Clark confirmou que o fechamento está ligado ao programa de reestruturação global de três anos. A companhia informa que vai transferir a produção de absorventes para outras fábricas no Brasil. Na manifestação, a fabricante reconhece que a decisão que atinge os funcionários "estão entre as mais sensíveis de serem tomadas".
A empresa está há mais de 20 anos na cidade gaúcha. Outras quatro unidades estão na Bahia (Camaçari), em São Paulo (Susano e Mogi das Cruzes) e Santa Catarina (Correia Pinto).
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