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Porto Alegre, terça-feira, 22 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

22/01/2019 - 11h29min. Alterada em 22/01 às 11h30min

Ibovespa opera em queda à espera de notícias sobre Previdência e discurso de Bolsonaro em Davos

Estadão Conteúdo
O Ibovespa abriu em baixa, seguindo o mau humor internacional de seus pares do mercado acionário, assim como as principais commodities que influenciam ações locais mais negociadas.
Os investidores operam sob o signo da cautela no aguardo de novas informações sobre o projeto de reforma da Previdência do ministro da Economia, Paulo Guedes, e também do presidente Jair Bolsonaro que faz discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, nesta terça-feira (22), às 12h30min (de Brasília).
O Ibovespa operava em queda de 0,10%, aos 95.909,21 pontos, às 11h. Em Nova Iorque, os índices futuros desvalorizam, como do Dow Jones (-0,60%). Ainda no exterior, as cotações do petróleo têm forte recuo, perto de 2%, assim como o minério de ferro, que fechou em baixa de 1,92%, no porto de Qingdao, na China.
Notícias sobre inclusão dos militares nas novas regras de aposentadoria bem como o aumento da alíquota de contribuição para servidores públicos são vistas como positivas. O governador de São Paulo, João Doria, que participa do Fórum Econômico Mundial, em Davos, afirmou que seus pares acordam em elevar a alíquota de 11% para 14%.
Doria deu um indicativo importante para o caminho de aprovação da reforma. Segundo ele, 22 dos 27 governadores vão articular as bancadas pela aprovação do projeto com as novas regras de aposentadoria.
Sem agenda relevante de divulgação de indicadores, a Bolsa fica ao sabor do noticiário, inclusive do que virá do discurso do presidente Jair Bolsonaro.
Ele informou ainda que os governadores querem o aumento da contribuição de 11% para 14%. Segundo apurações do Broadcast, Doria e Guedes acabaram se encontrando na segunda-feira em Davos e teriam conversando rapidamente sobre a reforma da Previdência.
Em meio à preocupação com o ajuste fiscal tanto do governo federal quanto dos Estados brasileiros, investidores monitoram notícias sobre movimentações financeiras atípicas tanto do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) quanto de seu ex-assessor Fabrício Queiroz.
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