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Porto Alegre, domingo, 26 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Imobiliário

Edição impressa de 18/01/2019. Alterada em 18/01 às 11h56min

Parque Pontal recebe última licença para iniciar obras em Porto Alegre

Autorização demorou 14 anos para ser emitida e libera execução de projeto

Autorização demorou 14 anos para ser emitida e libera execução de projeto


MARIANA CARLESSO/JC
Depois de 14 anos, saiu a última licença para o início das obras do Parque Pontal, que será montado no Pontal do Estaleiro, em Porto Alegre. A licença que faltava era do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que fiscaliza as condições de arqueologia do terreno.
Depois de 14 anos, saiu a última licença para o início das obras do Parque Pontal, que será montado no Pontal do Estaleiro, em Porto Alegre. A licença que faltava era do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que fiscaliza as condições de arqueologia do terreno.
O documento era o último que faltava para que as escavações pudessem começar. Com aporte financeiro de mais de R$ 300 milhões, o empreendimento terá 114 mil m2 de área construída, incluindo shopping center com 25 mil m2 de área bruta locável, capaz de abrigar 163 lojas em três pisos - sendo que a megastore da Leroy Merlin será uma das cinco âncoras -, além de restaurantes, praça de alimentação e cinema.
Também contará com hotel Double Tree by Hilton, centro de eventos Espaço Pontal, Centro Médico do Hub da Saúde, além do parque público Parque Pontal, com 29 mil m2, que será entregue para a comunidade. No segundo semestre de 2018, iniciaram as vendas dos escritórios e consultórios da torre do comercial, que já teve 90% de comercialização.
O Parque Pontal é um empreendimento liderado pela BM Par, com execução do consórcio formado pela Engenhosul e pela Melnick Even, que também é sócia da BM Par na torre do complexo. Situada na avenida Padre Cacique, no bairro Cristal, a área abrigou, até 1995, o Estaleiro Só, uma empresa construtora de navios fundada em 1850.
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Comentários
Noé 18/01/2019 18h49min
Irao expulsar os índios Guarani para tomar sua terra e vender?
JESÚS CARCAVILLA BENITO 18/01/2019 14h51min
Esse tempo todo. É um absurdo! Precisamos melhorar esses órgãos públicos que só sabem atrasar o progresso.nEspero que os novos governantes melhorem a prestação de serviços à população.
Sergio 18/01/2019 06h39min
Demorar 14 anos para aprovação de projeto e licenças, como diria o honorável jornalista Fernando Albrecht " AÍ TEM, MAS TEM MESMO".