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Porto Alegre, quinta-feira, 10 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura internacional

Edição impressa de 11/01/2019. Alterada em 11/01 às 01h00min

China fará mais cortes de impostos para a indústria manufatureira

A China prometeu reduzir impostos e taxas que incidem sobre a indústria manufatureira, na última tentativa de reduzir a carga financeira de empresas locais e impulsionar a economia, segundo a emissora de TV estatal CCTV.
O governo chinês irá encorajar governos locais a reduzir os custos de empresas, de acordo com o ministro da Indústria e Tecnologia da Informação, Miao Wei. Além disso, ele reiterou o compromisso de Pequim de seguir diante com reformas voltadas para os mercados.
Na quarta-feira, o gabinete chinês anunciou medidas similares para pequenas empresas, que deverão aliviar a carga tributária anual em cerca de 200 bilhões de yuans. A China vai começar a emitir licenças temporárias 5G de telefonia móvel em várias cidades este ano, permitindo o uso da tecnologia em áreas como educação e saúde.
 

EUA comemora o sucesso nas negociações com governo chinês

O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou, nesta quinta-feira, que o país está "tendo tremendo sucesso" nas negociações comerciais com a China, sem dar mais detalhes. Na quarta-feira, os dois países, que encararam negociações de três dias, com início na última segunda-feira, divulgaram comunicados em que apontam a continuidade das conversas sobre os impasses comerciais.

Trump anunciou que não irá mais ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, por causa da "intransigência democrata" sobre o financiamento do muro que ele quer construir na fronteira com o México. O fórum acontece de 22 a 25 de janeiro. "Por causa da intransigência democrata sobre segurança da fronteira e pela grande importância da segurança de nossa nação, eu respeitosamente estou cancelando minha viagem muito importante a Davos, na Suíça, ao Fórum Econômico Mundial. Minhas mais calorosas considerações e desculpas ao WEF (sigla em inglês do fórum)", escreveu.

A delegação norte-americana deve ser liderada pelo secretário do Tesouro, Steven Mnuchin. Trump havia dito que planejava ir a Davos, mas ficaria em casa se a paralisação continuasse. O impasse com democratas diz respeito ao financiamento ao muro. O presidente se recusa a assinar quaisquer medidas para financiar o governo que não contemple verba para a obra. Os democratas rejeitam aprovar qualquer lei que tenha essa provisão.

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