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Porto Alegre, sexta-feira, 28 de dezembro de 2018.
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Jornal do Comércio

Economia

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Agronegócios

Edição impressa de 28/12/2018. Alterada em 28/12 às 01h00min

Culturas de verão no Rio Grande do Sul são beneficiadas pelas chuvas

Milho já alcançou 95% da área total, estimada em 740 mil hectares

Milho já alcançou 95% da área total, estimada em 740 mil hectares


/VANESSA ALMEIDA DE MORAES/EMATER-RS/JC
As chuvas ocorridas durante esta semana ajudaram no desenvolvimento das principais lavouras de verão do Rio Grande do Sul, segundo a Emater. O milho, que já vinha apresentando sintomas de estresse hídrico em algumas lavouras, foi beneficiado pelas precipitações que ocorrem em diversas regiões produtoras no Estado.
De acordo com técnicos da Emater, no Norte do Estado e nas regiões da Produção, Nordeste, Noroeste Colonial, Celeiro e Alto Jacuí, as chuvas ocorridas devolveram a normalidade à cultura e trouxeram alívio ao quadro preocupante que se formava nas lavouras, com expectativa de redução na produtividade. Já nas regiões do Alto da Serra do Botucaraí e Vale do Rio Pardo, o milho no geral apresenta ótimo potencial produtivo, sobretudo nas lavouras em enchimento de grãos.
As lavouras de milho já implantadas no Estado alcançam 95% da área total, estimada em aproximadamente 740 mil hectares. Atualmente, 27% das áreas estão em desenvolvimento vegetativo, 18% em floração, 45% em enchimento de grãos, 9% das lavouras estão maduras e por colher e 1% da área já foi colhida.
As precipitações dos últimos períodos também amenizaram o déficit hídrico nas lavouras de soja, em especial no Norte do Estado. Já em municípios das regiões da Fronteira-Oeste e Campanha, a chuva da semana prejudicou os trabalhos de finalização do plantio de algumas áreas e o desenvolvimento das áreas já plantadas. Percebem-se problemas fitossanitários e a necessidade de alguns replantes das lavouras devido à alta umidade do solo.
No arroz, a cultura apresenta boa perspectiva em relação ao potencial produtivo nas regiões da Fronteira-Noroeste e Campanha. As lavouras têm demonstrado bom desenvolvimento vegetativo, favorecido pela umidade do solo e por dias com ótima luminosidade e calor. Nas regiões Central, Vale do Taquari e Jacuí Centro, as lavouras estão sendo manejadas para controle de plantas daninhas com adubação em cobertura e irrigação.
A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) lembra que já começou o período de realizar a última aplicação de fungicida e inseticida nas primeiras lavouras de arroz implantadas. A entidade recomenda que o produtor deve, obrigatoriamente, obedecer aos períodos de carência e aos períodos recomendados para a cultura do arroz para que seja colhido um produto livre de qualquer resíduo de agroquímicos. Atualmente, a lavoura de arroz encontra-se na fase de germinação e desenvolvimento vegetativo, com 90% da área.
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