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Porto Alegre, quinta-feira, 06 de dezembro de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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CONJUNTURA

Edição impressa de 06/12/2018. Alterada em 06/12 às 01h00min

Fluxo cambial está superavitário em US$ 11,76 bi até 30 de novembro

Em igual período de 2017, resultado era positivo em US$ 9,95 bilhões

Em igual período de 2017, resultado era positivo em US$ 9,95 bilhões


/FREEPIK.COM/DIVULGAÇÃO/JC

O fluxo cambial do ano até 30 de novembro está positivo em US$ 11,76 bilhões. Em igual período do ano passado, o resultado era positivo em US$ 9,95 bilhões, segundo o Banco Central. A saída líquida de dólares pelo canal financeiro neste ano até 30 de novembro foi de US$ 34,1 bilhões. Este resultado é fruto de entradas no valor de US$ 467,3 bilhões e de envios no total de US$ 501,4 bilhões. O segmento reúne investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.

No comércio exterior, o saldo anual acumulado ficou positivo em US$ 45,86 bilhões, com importações de US$ 163,14 bilhões e exportações de US$ 209 bilhões. Nas exportações estão incluídos US$ 31,6 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 68,9 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 108,47 bilhões em outras entradas.

Depois de registrar entradas de US$ 334 milhões em outubro, o fluxo cambial do País registrou resultado negativo em novembro, de US$ 6,61 bilhões. No canal financeiro, houve saída líquida de US$ 12,98 bilhões em novembro, resultado de aportes no valor de US$ 44,82 bilhões e de retiradas no total de US$ 57,81 bilhões.

No comércio exterior, o saldo de novembro ficou positivo em US$ 6,37 bilhões, com importações de US$ 15,20 bilhões e exportações de US$ 21,58 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 2 bilhões em ACC, US$ 10,77 bilhões em PA e US$ 8,80 bilhões em outras entradas.

Inflação da baixa renda recua 0,25%

O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) caiu 0,25% em novembro, após a alta de 0,53% registrada em outubro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador é usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre um e 2,5 salários mínimos. Com o resultado, o índice acumulou alta de 3,84% no ano e avanço de 3,80% em 12 meses.

Em novembro, o IPC-C1 ficou abaixo da variação da inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos, obtida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-BR), que teve queda de 0,17% no mês. No acumulado em 12 meses, a taxa do IPC-BR foi superior, com 4,24%.

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