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Porto Alegre, quarta-feira, 05 de dezembro de 2018.
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Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Edição impressa de 05/12/2018. Alterada em 05/12 às 01h00min

Ibovespa tem queda de 1,33%, aos 88.624 pontos

O mercado brasileiro de ações sucumbiu diante das fortes perdas nas bolsas de Nova Iorque e o Índice Bovespa terminou ontem em queda de 1,33%, aos 88.624 pontos. Com escassas expectativas de curto prazo no cenário doméstico, foram os movimentos do mercado internacional que determinaram o rumo das ações.
As bolsas de Nova Iorque já iniciaram o dia em baixa e o movimento se acentuou gradativamente, em meio a diversas questões que causaram desconforto no investidor. A redução do spread dos Treasuries, indicando possibilidade de desaquecimento econômico nos EUA, somou-se a tensões comerciais e geopolíticas, o que voltou a incentivar o posicionamento defensivo do investidor estrangeiro. O Ibovespa, que chegou a atingir máxima de 90.452 pontos pela manhã ( 0,70%), perdeu fôlego já no início da tarde e renovou sucessivas mínimas até a última hora de negociação. Na mínima, chegou aos 88.041,23 pontos (-1,98%), enquanto os índices de Nova Iorque caíam até o nível dos 3%.
Pesaram no mau humor do investidor temores quanto ao sucesso da trégua de 90 dias entre Estados Unidos e China, no dia em que o presidente dos EUA, Donald Trump, se declarou como o "homem de tarifas". À tarde, a busca por segurança também foi reforçada depois que o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, afirmou que os EUA suspenderão sua participação num tratado nuclear, com o argumento de que a Rússia tem violado a iniciativa.
Entre as ações que fazem parte da carteira do Ibovespa, a queda foi praticamente generalizada. Os papéis de empresas ligadas a commodities, que foram destaque de alta na véspera, estiveram entre as perdas mais significativas. Vale ON caiu 2,27%, enquanto Petrobras ON e PN perderam 1,76% e 2,31%, respectivamente. O bloco financeiro teve novo dia de perdas, com Itaúsa PN (-1,47%) à frente. Em novembro, os investidores estrangeiros tiraram R$ 3,6 bilhões da B3.
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Cotação do dólar à vista registra alta de 0,37%, para R$ 3,8552

Divisa dos EUA ganhou força ante moedas dos emergentes

Divisa dos EUA ganhou força ante moedas dos emergentes


/MARCELlO CASAL JR/ABR/JC

Após recuar pela manhã de ontem, impactado pela realização de leilão de linha pelo Banco Central, o dólar voltou a ter o ritmo ditado pelo cenário externo e fechou em alta de 0,37%, negociado a R$ 3,8552. A moeda ganhou força globalmente ante emergentes e, aqui, chegou a tocar os R$ 3,86, acompanhando um movimento de deterioração de todos os ativos brasileiros.

Operadores apontaram que uma série de fatores contribuíram para a piora de humor externo, entre elas estremecimento entre EUA e Rússia em tratado nuclear, incertezas sobre a trégua americana com a China e a piora nas taxas dos Treasuries e no preço do barril de petróleo.

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