Porto Alegre, sexta-feira, 13 de março de 2020.

Jornal do Comércio

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Relações Internacionais

Notícia da edição impressa de 03/12/2018. Alterada em 03/12 às 02h25min

Michel Temer tem participação tímida no G-20

A reunião de cúpula do G-20 teve participação discreta do Brasil. Sem a presença do presidente eleito, Jair Bolsonaro, que foi convidado por Michel Temer para o encontro, a delegação brasileira teve poucos compromissos fora da agenda oficial, com apenas duas reuniões bilaterais (Cingapura e Austrália), contra 14 do presidente da Argentina, Mauricio Macri. Temer deixou o encontro do G-20 antes da sessão de encerramento.
A reunião de cúpula do G-20 teve participação discreta do Brasil. Sem a presença do presidente eleito, Jair Bolsonaro, que foi convidado por Michel Temer para o encontro, a delegação brasileira teve poucos compromissos fora da agenda oficial, com apenas duas reuniões bilaterais (Cingapura e Austrália), contra 14 do presidente da Argentina, Mauricio Macri. Temer deixou o encontro do G-20 antes da sessão de encerramento.
Bolsonaro foi convidado com antecedência para participar do encontro, mas, por questões de saúde, não conseguiu participar, nem mandou representantes. No entanto, durante os dias da reunião, ganharam os holofotes questões relacionadas ao próximo governo, como o acordo climático de Paris.
O presidente francês, Emmanuel Macron, trouxe Bolsonaro para os holofotes ao mencionar que a União Europeia (UE) não negocia com países que queiram deixar o Acordo de Paris. Bolsonaro já sinalizou que pode deixar o acordo, a exemplo do anunciado pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
Na sexta-feira, Bolsonaro disse não ter dado um "não definitivo" para a tentativa de acordo entre o Mercosul e a UE. "A partir do momento em que querem diminuir a quantidade de exportáveis nossos, essas commodities, logicamente não pode contar com nosso apoio", afirmou o presidente eleito, dizendo-se disposto a negociar. Macron, porém, manteve o tom de suas declarações hoje, no encerramento do G-20. "A França não apoiará um acordo com quem não respeita o Acordo de Paris", reiterou.